15 pessoas convertem-se ao Islão via Dr.Zakir Naik
Written by islamnet on March 7, 2009 – 1:32 pm -Salams. No Islão Zakir Naik é conhecido pelas suas famosas palestras e por tirar toda e qualquer dúvida que lhe é colocada respectiva ao Islão, a sua biografia é bastante grande e ele faz discursos tanto em inglês como em Português.
Numa dessas conferências, o Dr.Zakir Naik converteu 15 pessoas ao Islão, por livre vontade estando a realizar uma emissão em directo para a televisão. Vamos ver o vídeo abaixo:
Tags: converter, islam, islão, palestra
Posted in diálogo inter-religioso | 4 Comments »

March 18th, 2009 at 1:37 am
Srs,
parbenizo-os pelo excelente blog. Tenho muitissimo interesse em conhecer melhor a cultura islâmica. estou a procura do Filme “Jesus o espírito de Deus” conhecido como “Jesus islâmico”. Os srs. teriam informações da exist~encia deste filme no brasil? Como poderia adquirir uma cópia? Um forte abraço!
April 2nd, 2009 at 9:35 pm
Viva!
Tenho uma questão relativa ao que é o Islamismo.
Todas as três religiões do Livro – judaísmo, cristianismo e islamismo, por ordem de aparição histórica – adoptaram um determinada posição relativamente aos fenómenos físicos, astronómicos e cósmicos.
O Judaísmo antigo começava o dia ao pôr-do-sol e desenvolveu as 22 letras do alfabeto hebraico como marcações do antigo ciclo lunar, de 22 dias, para os Caldeus. Valoravam pois a Lua, sobretudo, a Nova, à semelhança dos Egípcios (o festival de Ptah dava-se com o novilúnio).
O Cristianismo, mal se secularizou, teve necessidade de trocar o antigo calendário por um calendário solar; para além da canónica identificação de Cristo com o Sol, “Solus Christus”.
Quanto ao Islamismo, embora ele seja, por vezes, reduzido à valoração do Crescente (Hilal), não me parece que se reduza a tal. Alá não tem nada a ver com um deus lunar, como dizem os leigos.
Observando o símbolo pelo qual os países islâmicos se fazem representar (o Crescente em conjunto com a Estrela de 5 pontas), reparando nas práticas islâmicas das 5 orações assinalando os 5 pontos singulares do Sol durante o dia, relembrando o culto turco dos 3 palíndromos (Allah – Hilal – Lahle, Deus – Crescente – Tulipa, flor cujo centro em estrela parece um motivo geométrico da arte islâmica e cujo nome em turco é associado a turbante, que, por tradição, é sinal distintivo dos fiéis islâmicos), parece-me que o Islamismo, enquanto religião de aparição mais tardia, viria compor o meio-termo entre o Judaísmo e o Cristianismo, ou seja, entre o lunarismo e o solarismo, excluindo-se mutuamente.
O Islamismo seria a Via do Meio, de modo que, no referido símbolo, onde se lê um Crescente lunar, parece-me que seria mais adequado ler-se a conjunção entre o Sol e a Lua, o eclipse representado pela Lua Nova (que forma exactamente o mesmo tipo de contorno), e onde se identifica a Estrela de 5 pontas ao Sol, faria muito mais sentido, à luz do islamismo antigo, identificar essa Estrela com a Tulipa Vermelha que é a Terra.
Neste sentido, o poeta Ibn Bassame enfurecia-se com os contemporâneos porque «tomavam por novas as luas cheias». Repare-se que o que se homenageia em Meca é uma pedra negra (Kaaba) e não branca.
Por outro lado, Ibn Arabí e Muhammad Iqbal, em épocas e locais diferentes, adoptaram a valorização da Terra:
- «Meca é o ventre da Terra» – Ibn Al-Arabi.
- «Um novo sol ergueu-se do ventre da Terra» – Muhammad Iqbal, leitor de Nietzsche.
Em suma, o Islamismo, enquanto fé, traduziria não só a combinação do Judaísmo com o Cristianismo numa religião de complexidade superior às anteriores, como constituiria o encontro das três grandes forças cósmicas que afectam os seres deste mundo – Sol, Lua e Terra – para entrar em relação com uma quarta Força (a importância do 4 na arte islâmica): Alá.
O “tawhid” (fusão) seria, pois, a experimentação prática em vida, nesta vida (Dunya), de uma outra vida (Akhira), no interior dela, produto da composição deste nosso corpo neutro (80% de água) com as forças electromagnéticas do Sol, com a velocidade da Lua e com as forças gravíticas da Terra.
Talvez, por isso, se fale amiúde de «átomo» no Alcorão (1o:61, 4:40, 34:3, 34:22, 99:7-8. São 4 os constituintes atómicos do universo: neutrão, electrão, protão, gravitão. Os entes, o Sol, a Lua, a Terra. Os 4 elementos canónicos: água, fogo, ar, terra.
A distinção entre a vida mundana (Dunya, mundo) e a vida última (Akhira, fim último – “Al-Akhir”, O Último, é um dos epítetos de Alá) assinala que não bastar viver vulgarmente neste mundo para se ser fiel: é necessário esforçarmo-nos por atingir um determinado fim, uma determinada experimentação de saber e de saboreio (Alá “sabe” melhor), uma demonstração ou prova dirigida «a brancos e negros» (Ibn Rushd).
Alá (o “Artesão”, como o trata o filósofo Ibn Rushd ou Averróis) está intimamente ligado a uma recitação e criação íntimas (um “wazifa” que musica o silêncio, desde que não lhe sobrepunhamos altos brados) que não são as do Alcorão, livro morto de papel, mas as do Alcorão vivo: cada um de nós é o livro em que Alá se recita.
Decerto, conhecem estes elementos culturais melhor do que eu.
Gostaria de saber a vossa opinião, na qualidade de fiéis islâmicos, sobre a validade desta leitura – que não é sequer inovação, “bid’a”, pois assenta na síntese de motivos tradicionais e de pensadores reconhecidos pelo Islão.
Salaam!
June 13th, 2009 at 1:31 pm
Boa tarde, sabem da existência de algum curso de árabe de nível A1 no Porto? Muito obrigada!
June 25th, 2009 at 6:44 pm
Gostaria de saber como faço para me tornar uma mulçulmana, e como me vestir para ir a uma mesquita .
por favor
Atenciosamente
Michelly