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	<title>Comments on: 15 pessoas convertem-se ao Islão via Dr.Zakir Naik</title>
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		<title>By: Michelly dos Santos Siqueira</title>
		<link>http://islamnet.eu/15-pessoas-convertem-se-ao-islao-via-drzakir-naik/comment-page-1/#comment-961</link>
		<dc:creator>Michelly dos Santos Siqueira</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2009 18:44:04 +0000</pubDate>
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		<description>Gostaria de saber como faço para me tornar uma mulçulmana, e como me vestir para ir a uma mesquita .

por favor

Atenciosamente 
Michelly</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gostaria de saber como faço para me tornar uma mulçulmana, e como me vestir para ir a uma mesquita .</p>
<p>por favor</p>
<p>Atenciosamente<br />
Michelly</p>
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	<item>
		<title>By: Helena Martins</title>
		<link>http://islamnet.eu/15-pessoas-convertem-se-ao-islao-via-drzakir-naik/comment-page-1/#comment-954</link>
		<dc:creator>Helena Martins</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2009 13:31:02 +0000</pubDate>
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		<description>Boa tarde, sabem da existência de algum curso de árabe de nível A1 no Porto? Muito obrigada!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Boa tarde, sabem da existência de algum curso de árabe de nível A1 no Porto? Muito obrigada!</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>By: duarte</title>
		<link>http://islamnet.eu/15-pessoas-convertem-se-ao-islao-via-drzakir-naik/comment-page-1/#comment-932</link>
		<dc:creator>duarte</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2009 21:35:06 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://islamnet.eu/?p=662#comment-932</guid>
		<description>Viva!

Tenho uma questão relativa ao que é o Islamismo.

Todas as três religiões do Livro - judaísmo, cristianismo e islamismo, por ordem de aparição histórica - adoptaram um determinada posição relativamente aos fenómenos físicos, astronómicos e cósmicos.

O Judaísmo antigo começava o dia ao pôr-do-sol e desenvolveu as 22 letras do alfabeto hebraico como marcações do antigo ciclo lunar, de 22 dias, para os Caldeus. Valoravam pois a Lua, sobretudo, a Nova, à semelhança dos Egípcios (o festival de Ptah dava-se com o novilúnio).

O Cristianismo, mal se secularizou, teve necessidade de trocar o antigo calendário por um calendário solar; para além da canónica identificação de Cristo com o Sol, &quot;Solus Christus&quot;.

Quanto ao Islamismo, embora ele seja, por vezes, reduzido à valoração do Crescente (Hilal), não me parece que se reduza a tal. Alá não tem nada a ver com um deus lunar, como dizem os leigos. 

Observando o símbolo pelo qual os países islâmicos se fazem representar (o Crescente em conjunto com a Estrela de 5 pontas), reparando nas práticas islâmicas das 5 orações assinalando os 5 pontos singulares do Sol durante o dia, relembrando o culto turco dos 3 palíndromos (&lt;a href=&quot;http://www.todayszaman.com/tz-web/detaylar.do?load=detay&amp;link=107588&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Allah - Hilal - Lahle&lt;/a&gt;, Deus - Crescente - Tulipa, &lt;a href=&quot;http://www.baixaki.com.br/imagens/wpapers/BXK13485_tulipa800.jpg&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;flor&lt;/a&gt; cujo centro em estrela parece um motivo geométrico da arte islâmica e cujo nome em turco é associado a &lt;a href=&quot;http://www.allaboutturkey.com/tulip.htm&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;turbante&lt;/a&gt;, que, por tradição, é sinal distintivo dos fiéis islâmicos), parece-me que o Islamismo, enquanto religião de aparição mais tardia, viria compor o meio-termo entre o Judaísmo e o Cristianismo, ou seja, entre o lunarismo e o solarismo, excluindo-se mutuamente. 

O Islamismo seria a Via do Meio, de modo que, no referido símbolo, onde se lê um Crescente lunar, parece-me que seria mais adequado ler-se a conjunção entre o Sol e a Lua, o eclipse representado pela Lua Nova (que forma exactamente o mesmo tipo de contorno), e onde se identifica a Estrela de 5 pontas ao Sol, faria muito mais sentido, à luz do islamismo antigo, identificar essa Estrela com a Tulipa Vermelha que é a Terra.

Neste sentido, o poeta Ibn Bassame enfurecia-se com os contemporâneos porque «tomavam por novas as luas cheias». Repare-se que o que se homenageia em Meca é uma pedra negra (Kaaba) e não branca.

Por outro lado, Ibn Arabí e Muhammad Iqbal, em épocas e locais diferentes, adoptaram a valorização da Terra:
- «Meca é o ventre da Terra» - &lt;a href=&quot;http://hiderefer.com/?http://www.muslimphilosophy.com/ip/rep/H022&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Ibn Al-Arabi&lt;/a&gt;. 
- «Um novo sol ergueu-se do ventre da Terra» - &lt;a href=&quot;http://hiderefer.com/?http://en.wikipedia.org/wiki/Muhammad_Iqbal&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Muhammad Iqbal&lt;/a&gt;, leitor de Nietzsche.

Em suma, o Islamismo, enquanto fé, traduziria não só a combinação do Judaísmo com o Cristianismo numa religião de complexidade superior às anteriores, como constituiria o encontro das três grandes forças cósmicas que afectam os seres deste mundo - Sol, Lua e Terra - para entrar em relação com uma quarta Força (a importância do 4 na arte islâmica): Alá.

O &quot;&lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Tawhid&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;tawhid&lt;/a&gt;&quot; (fusão) seria, pois, a experimentação prática em vida, nesta vida (Dunya), de uma outra vida (Akhira), no interior dela, produto da composição deste nosso corpo neutro (80% de água) com as forças electromagnéticas do Sol, com a velocidade da Lua e com as forças gravíticas da Terra.

Talvez, por isso, se fale amiúde de «átomo» no Alcorão (1o:61, 4:40, 34:3, 34:22, 99:7-8. São 4 os constituintes atómicos do universo: neutrão, electrão, protão, gravitão. Os entes, o Sol, a Lua, a Terra. Os 4 elementos canónicos: água, fogo, ar, terra.

A distinção entre a vida mundana (Dunya, mundo) e a vida última (Akhira, fim último - &quot;Al-Akhir&quot;, O Último, é um dos epítetos de Alá) assinala que não bastar viver vulgarmente neste mundo para se ser fiel: é necessário esforçarmo-nos por atingir um determinado fim, uma determinada experimentação de saber e de saboreio (Alá &quot;sabe&quot; melhor), uma demonstração ou prova dirigida «a brancos e negros» (Ibn Rushd).

Alá (o &quot;Artesão&quot;, como o trata o filósofo Ibn Rushd ou Averróis) está intimamente ligado a uma recitação e criação íntimas (um &quot;&lt;a href=&quot;http://wahiduddin.net/words/99_pages/wazifa_practice.htm&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;wazifa&lt;/a&gt;&quot; que musica o silêncio, desde que não lhe sobrepunhamos altos brados) que não são as do Alcorão, livro morto de papel, mas as do Alcorão vivo: cada um de nós é o livro em que Alá se recita.

Decerto, conhecem estes elementos culturais melhor do que eu.

Gostaria de saber a vossa opinião, na qualidade de fiéis islâmicos, sobre a validade desta leitura - que não é sequer inovação, &quot;bid&#039;a&quot;, pois assenta na síntese de motivos tradicionais e de pensadores reconhecidos pelo Islão.

Salaam!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Viva!</p>
<p>Tenho uma questão relativa ao que é o Islamismo.</p>
<p>Todas as três religiões do Livro &#8211; judaísmo, cristianismo e islamismo, por ordem de aparição histórica &#8211; adoptaram um determinada posição relativamente aos fenómenos físicos, astronómicos e cósmicos.</p>
<p>O Judaísmo antigo começava o dia ao pôr-do-sol e desenvolveu as 22 letras do alfabeto hebraico como marcações do antigo ciclo lunar, de 22 dias, para os Caldeus. Valoravam pois a Lua, sobretudo, a Nova, à semelhança dos Egípcios (o festival de Ptah dava-se com o novilúnio).</p>
<p>O Cristianismo, mal se secularizou, teve necessidade de trocar o antigo calendário por um calendário solar; para além da canónica identificação de Cristo com o Sol, &#8220;Solus Christus&#8221;.</p>
<p>Quanto ao Islamismo, embora ele seja, por vezes, reduzido à valoração do Crescente (Hilal), não me parece que se reduza a tal. Alá não tem nada a ver com um deus lunar, como dizem os leigos. </p>
<p>Observando o símbolo pelo qual os países islâmicos se fazem representar (o Crescente em conjunto com a Estrela de 5 pontas), reparando nas práticas islâmicas das 5 orações assinalando os 5 pontos singulares do Sol durante o dia, relembrando o culto turco dos 3 palíndromos (<a href="http://www.todayszaman.com/tz-web/detaylar.do?load=detay&amp;link=107588" rel="nofollow">Allah &#8211; Hilal &#8211; Lahle</a>, Deus &#8211; Crescente &#8211; Tulipa, <a href="http://www.baixaki.com.br/imagens/wpapers/BXK13485_tulipa800.jpg" rel="nofollow">flor</a> cujo centro em estrela parece um motivo geométrico da arte islâmica e cujo nome em turco é associado a <a href="http://www.allaboutturkey.com/tulip.htm" rel="nofollow">turbante</a>, que, por tradição, é sinal distintivo dos fiéis islâmicos), parece-me que o Islamismo, enquanto religião de aparição mais tardia, viria compor o meio-termo entre o Judaísmo e o Cristianismo, ou seja, entre o lunarismo e o solarismo, excluindo-se mutuamente. </p>
<p>O Islamismo seria a Via do Meio, de modo que, no referido símbolo, onde se lê um Crescente lunar, parece-me que seria mais adequado ler-se a conjunção entre o Sol e a Lua, o eclipse representado pela Lua Nova (que forma exactamente o mesmo tipo de contorno), e onde se identifica a Estrela de 5 pontas ao Sol, faria muito mais sentido, à luz do islamismo antigo, identificar essa Estrela com a Tulipa Vermelha que é a Terra.</p>
<p>Neste sentido, o poeta Ibn Bassame enfurecia-se com os contemporâneos porque «tomavam por novas as luas cheias». Repare-se que o que se homenageia em Meca é uma pedra negra (Kaaba) e não branca.</p>
<p>Por outro lado, Ibn Arabí e Muhammad Iqbal, em épocas e locais diferentes, adoptaram a valorização da Terra:<br />
- «Meca é o ventre da Terra» &#8211; <a href="http://hiderefer.com/?http://www.muslimphilosophy.com/ip/rep/H022" rel="nofollow">Ibn Al-Arabi</a>.<br />
- «Um novo sol ergueu-se do ventre da Terra» &#8211; <a href="http://hiderefer.com/?http://en.wikipedia.org/wiki/Muhammad_Iqbal" rel="nofollow">Muhammad Iqbal</a>, leitor de Nietzsche.</p>
<p>Em suma, o Islamismo, enquanto fé, traduziria não só a combinação do Judaísmo com o Cristianismo numa religião de complexidade superior às anteriores, como constituiria o encontro das três grandes forças cósmicas que afectam os seres deste mundo &#8211; Sol, Lua e Terra &#8211; para entrar em relação com uma quarta Força (a importância do 4 na arte islâmica): Alá.</p>
<p>O &#8220;<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tawhid" rel="nofollow">tawhid</a>&#8221; (fusão) seria, pois, a experimentação prática em vida, nesta vida (Dunya), de uma outra vida (Akhira), no interior dela, produto da composição deste nosso corpo neutro (80% de água) com as forças electromagnéticas do Sol, com a velocidade da Lua e com as forças gravíticas da Terra.</p>
<p>Talvez, por isso, se fale amiúde de «átomo» no Alcorão (1o:61, 4:40, 34:3, 34:22, 99:7-8. São 4 os constituintes atómicos do universo: neutrão, electrão, protão, gravitão. Os entes, o Sol, a Lua, a Terra. Os 4 elementos canónicos: água, fogo, ar, terra.</p>
<p>A distinção entre a vida mundana (Dunya, mundo) e a vida última (Akhira, fim último &#8211; &#8220;Al-Akhir&#8221;, O Último, é um dos epítetos de Alá) assinala que não bastar viver vulgarmente neste mundo para se ser fiel: é necessário esforçarmo-nos por atingir um determinado fim, uma determinada experimentação de saber e de saboreio (Alá &#8220;sabe&#8221; melhor), uma demonstração ou prova dirigida «a brancos e negros» (Ibn Rushd).</p>
<p>Alá (o &#8220;Artesão&#8221;, como o trata o filósofo Ibn Rushd ou Averróis) está intimamente ligado a uma recitação e criação íntimas (um &#8220;<a href="http://wahiduddin.net/words/99_pages/wazifa_practice.htm" rel="nofollow">wazifa</a>&#8221; que musica o silêncio, desde que não lhe sobrepunhamos altos brados) que não são as do Alcorão, livro morto de papel, mas as do Alcorão vivo: cada um de nós é o livro em que Alá se recita.</p>
<p>Decerto, conhecem estes elementos culturais melhor do que eu.</p>
<p>Gostaria de saber a vossa opinião, na qualidade de fiéis islâmicos, sobre a validade desta leitura &#8211; que não é sequer inovação, &#8220;bid&#8217;a&#8221;, pois assenta na síntese de motivos tradicionais e de pensadores reconhecidos pelo Islão.</p>
<p>Salaam!</p>
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		<title>By: Sidnei</title>
		<link>http://islamnet.eu/15-pessoas-convertem-se-ao-islao-via-drzakir-naik/comment-page-1/#comment-928</link>
		<dc:creator>Sidnei</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2009 01:37:44 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://islamnet.eu/?p=662#comment-928</guid>
		<description>Srs,

parbenizo-os pelo excelente blog. Tenho muitissimo interesse em conhecer melhor a cultura islâmica. estou a procura do Filme &quot;Jesus o espírito de Deus&quot; conhecido como &quot;Jesus islâmico&quot;. Os srs. teriam informações da exist~encia deste filme no brasil? Como poderia adquirir uma cópia? Um forte abraço!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Srs,</p>
<p>parbenizo-os pelo excelente blog. Tenho muitissimo interesse em conhecer melhor a cultura islâmica. estou a procura do Filme &#8220;Jesus o espírito de Deus&#8221; conhecido como &#8220;Jesus islâmico&#8221;. Os srs. teriam informações da exist~encia deste filme no brasil? Como poderia adquirir uma cópia? Um forte abraço!</p>
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