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	<title>Comments on: A Sunnah</title>
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		<title>By: duarte</title>
		<link>http://islamnet.eu/a-sunnah/comment-page-1/#comment-993</link>
		<dc:creator>duarte</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Sep 2009 18:11:51 +0000</pubDate>
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		<description>Salaam!
(paz, salvação, saúde)

Esta saudação em árabe equivale ao português &quot;Salvé!&quot; ou &quot;Saúde!&quot;. Há muitas saudações antigas semelhantes: &quot;Salute et pace!&quot; (Romanos), &quot;Shalom!&quot; (Hebreus), etc. Saúde e paz - é o melhor que podemos desejar para nós e para os outros. Saudemos!

O que vou dizer vem-me da experiência e não de qualquer cânone religioso. Não pertenço a qualquer religião oficial. Contudo, tal não me impede de apreciar sobre a veracidade ou não dos escritos, quando confrontados com a prática. E é da prática que deve vir a medida para aferir se um hádice é forte ou fraco - e nunca só porque um outro diz que assim é, por mais influente que ele seja.

E porquê? Se mais razão não houver, esta deve bastar: porque &quot;Allah sabe melhor!&quot;. Declarar isto é assumir que nenhum Sheik (Doutor) à face da Terra sabe mais que Allah e, portanto, nenhum líder ou representante religioso pode substituir a sabedoria que vem directamente de Allah. Allah recitou, mas foi um homem que não sabia escrever (e que só soube ler por intermédio do anjo) que ditou: Maomé. Comparando com a recitação directa de Allah, o ditado mediado por Maomé é certamente de ordem inferior. É preciso que não esqueçamos isto. Há duas recitações: uma começa em Allah, outra é traduzida por Maomé para palavras humanas.


A religião muçulmana, quando efectivamente realizada e afirmada na prática e não apenas em teoria, demonstra que há possibilidade de acesso directo a Allah. Buscai e segui, pois, não a opinião de um Sheik mas o vosso desejo e intuição de abrirem o coração a Allah. Mas se são as palavras dos Sheiks que vos movem, este foi um entre os maiores:


«O meu coração capaz de todas as formas: 
é pasto para gazelas e claustro para monges cristãos, 
um  templo de ídolos e a Caaba do peregrino, 
as tábuas da Tora e o livro do Alcorão. 
Sigo a religião do Amor; 
qualquer que seja o sentido que as caravanas tomem, 
esse será  o meu credo e a minha fé» 
&lt;strong&gt;
- Ibn Al-Arabí&lt;/strong&gt;


Allah, a quem se apelida de &quot;O Benevolente&quot;, de quem se diz que «vos deseja a comodidade e não a dificuldade», nunca recitaria versículos, inclusive os de “Al Bacara”, que fossem prejudiciais ao ser humano na sua integridade, isto é, em corpo e espírito. Portanto, se um ser humano ao jejuar não se sente bem, tal é sinal de que interpretou de maneira errada o texto.


O referido texto diz: «quem de vós não cumprir jejum, por achar-se enfermo ou em viagem». É evidente que a intenção do jejum não é pôr alguém enfermo - se isso acontecer, deveis parar o jejum. Por outro lado, o Alcorão prevê que, em viagem, se deve interromper o jejum, pois jejuar e viajar não são compatíveis. O corpo humano consome muita energia ao progredir sobre o solo. Quem jejua, deve observar repouso. O objectivo do jejum é “Salaam!”, a saúde e a salvação que vêm de Allah, não a debilitação nem o cansaço por falta de nutrientes e de energia. A única viagem conciliável com o jejum é a da Via (tariqah) para Allah, mas trata-se de uma viagem no mesmo sítio, como a meditação do derviche giróvago, e não uma progressão no terreno, mesmo que seja em torno do local a que os homens convencionaram chamar Kaaba. As autênticas Meca e Kaaba não são regiões específicas e localizáveis num mapa, mas:
- «Meca é o ventre da Terra» – &lt;a href=&quot;http://www.muslimphilosophy.com/ip/rep/H022&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Ibn Al-Arabi&lt;/a&gt;. 
- «Um novo sol ergueu-se do ventre da Terra» – &lt;a href=&quot;http://en.wikipedia.org/wiki/Muhammad_Iqbal&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Muhammad Iqbal&lt;/a&gt;.

Como saber se praticamos eficazmente o jejum? Pelos sinais. Por todo o Alcorão se repete a expressão: «sinais para aqueles que meditam». Os rituais de qualquer religião só se tornam eficazes quando actualizam, isto é, passam a acto, as etapas da via seguida pelo fundador dessa religião. Assim, o jejum, assim como os outros preceitos islâmicos, visam essa actualização (&lt;em&gt;Din al-fitrah&lt;/em&gt;) da fé, a qual nos dota de «vidência», «orientação» e «discernimento» para saber ler os sinais, tal como Maomé, analfabeto antes da intervenção do Anjo, foi dotado dessas qualidades para ler os sinais de Allah. O jejum não nos é prescrito para passarmos pela dificuldade ou pelo sacrifício da fome – o Alcorão exorta “comei e bebei, mas não desperdiçais!” -, mas antes para nos ser demonstrado, como a Maomé, que «o Ramadan foi o mês em que foi revelado o Alcorão».

“Al Bacara” indica as circunstâncias em que se deve jejuar para recebermos em potência a recitação de Allah. «Jejuareis determinados dias», diz-se, portanto, é preciso determinar que dias são esses. Refere também: «Quem de vós presenciar o novilúnio deste mês deverá jejuar». Duas indicações preciosas.


Uma coisa é certa: ninguém presencia o novilúnio à luz do dia! O novilúnio é um acontecimento nocturno. Os acontecimentos mais marcantes da vida de Maomé são também nocturnos: &lt;em&gt;Leilat al-Qadr &lt;/em&gt;(Noite da Excelência ou Noite da Potência) e&lt;em&gt; Leilat al-Miraj &lt;/em&gt;(Noite da Ascensão ou Noite da Viagem). Na primeira dessas noites notáveis, Maomé recebeu a revelação do Alcorão; na segunda, Maomé ascende a graus ou círculos cada vez mais elevados. Tanto numa como noutra, Maomé é visitado pelo sobrenatural enquanto repousa, enchendo o seu coração de pureza, fé e sabedoria.


Num país de calendário oficial cristão como Portugal, é vulgar esquecermo-nos que o dia islâmico começa ao pôr-do-sol, daí que, às tribos muçulmanas que habitavam as regiões do Norte de África, se tenha dado o nome genérico de “Maghreb” (pôr-do-sol), por ser essa a oração primacial com que iniciavam o seu dia de orações. Nómadas sob o sol escaldante do deserto, as caravanas de camelos só avançavam fora das horas de calor extremo. Esses povos tomavam por preceito “As salatu khayrun min an-nawm” (A oração é melhor do que o sono!).


A frase “jejuareis determinados dias” refere-se, pois, ao dia islâmico que começa com o pôr-do-sol e o nascer da lua, ao dia cuja manhã é o início da noite e cuja tarde é o fim da noite e cuja noite é o que os Cristãos chamam de luz do dia. Os nómadas do deserto dormem de dia e trouxeram esse costume para a Península Ibérica, onde a “siesta” ou sesta perdura para alguns.


“Al Bacara” fornece indícios temporais bastante precisos, em função dos três astros principais que regulam as nossas noções de tempo: Sol, Lua e Terra. A translação em volta do sol mede o ano e “Al Bacara” selecciona um único mês do ano: Ramadhan (o qual equivale a Setembro). A órbita da Lua em torno da Terra mede o mês e “Al Bacara” destaca no ciclo lunar o período do novilúnio (Lua Nova). O eixo de rotação da Terra sobre si demora um dia e “Al Bacara” preceitua que só se deverá jejuar em presença do novilúnio, ou seja, durante a noite. Jejuai, pois, nas noites de Lua Nova de Setembro, em perfeita calma. Observai a &quot;siesta&quot; para que à noite não estejais demasiado cansados e ensonados: &quot;a oração é melhor do que o sono!&quot;. Pela nossa saúde!


Enquanto os três círculos do espaço-tempo, que as ciências modernas separaram e desligaram, não forem integrados num movimento único (&quot;perpetuum mobile&quot;), não podereis sentir-vos guiados por Allah, e acontecerá como naquele dito sufi:


«O tempo é um sabre: se não cortas com ele, ele corta-te».


P.S.: Que tantos quanto for possível, leiam o autêntico e perfeito sentido destas imperfeitas frases humanas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Salaam!<br />
(paz, salvação, saúde)</p>
<p>Esta saudação em árabe equivale ao português &#8220;Salvé!&#8221; ou &#8220;Saúde!&#8221;. Há muitas saudações antigas semelhantes: &#8220;Salute et pace!&#8221; (Romanos), &#8220;Shalom!&#8221; (Hebreus), etc. Saúde e paz - é o melhor que podemos desejar para nós e para os outros. Saudemos!</p>
<p>O que vou dizer vem-me da experiência e não de qualquer cânone religioso. Não pertenço a qualquer religião oficial. Contudo, tal não me impede de apreciar sobre a veracidade ou não dos escritos, quando confrontados com a prática. E é da prática que deve vir a medida para aferir se um hádice é forte ou fraco &#8211; e nunca só porque um outro diz que assim é, por mais influente que ele seja.</p>
<p>E porquê? Se mais razão não houver, esta deve bastar: porque &#8220;Allah sabe melhor!&#8221;. Declarar isto é assumir que nenhum Sheik (Doutor) à face da Terra sabe mais que Allah e, portanto, nenhum líder ou representante religioso pode substituir a sabedoria que vem directamente de Allah. Allah recitou, mas foi um homem que não sabia escrever (e que só soube ler por intermédio do anjo) que ditou: Maomé. Comparando com a recitação directa de Allah, o ditado mediado por Maomé é certamente de ordem inferior. É preciso que não esqueçamos isto. Há duas recitações: uma começa em Allah, outra é traduzida por Maomé para palavras humanas.</p>
<p>A religião muçulmana, quando efectivamente realizada e afirmada na prática e não apenas em teoria, demonstra que há possibilidade de acesso directo a Allah. Buscai e segui, pois, não a opinião de um Sheik mas o vosso desejo e intuição de abrirem o coração a Allah. Mas se são as palavras dos Sheiks que vos movem, este foi um entre os maiores:</p>
<p>«O meu coração capaz de todas as formas:<br />
é pasto para gazelas e claustro para monges cristãos,<br />
um  templo de ídolos e a Caaba do peregrino,<br />
as tábuas da Tora e o livro do Alcorão.<br />
Sigo a religião do Amor;<br />
qualquer que seja o sentido que as caravanas tomem,<br />
esse será  o meu credo e a minha fé»<br />
<strong><br />
- Ibn Al-Arabí</strong></p>
<p>Allah, a quem se apelida de &#8220;O Benevolente&#8221;, de quem se diz que «vos deseja a comodidade e não a dificuldade», nunca recitaria versículos, inclusive os de “Al Bacara”, que fossem prejudiciais ao ser humano na sua integridade, isto é, em corpo e espírito. Portanto, se um ser humano ao jejuar não se sente bem, tal é sinal de que interpretou de maneira errada o texto.</p>
<p>O referido texto diz: «quem de vós não cumprir jejum, por achar-se enfermo ou em viagem». É evidente que a intenção do jejum não é pôr alguém enfermo &#8211; se isso acontecer, deveis parar o jejum. Por outro lado, o Alcorão prevê que, em viagem, se deve interromper o jejum, pois jejuar e viajar não são compatíveis. O corpo humano consome muita energia ao progredir sobre o solo. Quem jejua, deve observar repouso. O objectivo do jejum é “Salaam!”, a saúde e a salvação que vêm de Allah, não a debilitação nem o cansaço por falta de nutrientes e de energia. A única viagem conciliável com o jejum é a da Via (tariqah) para Allah, mas trata-se de uma viagem no mesmo sítio, como a meditação do derviche giróvago, e não uma progressão no terreno, mesmo que seja em torno do local a que os homens convencionaram chamar Kaaba. As autênticas Meca e Kaaba não são regiões específicas e localizáveis num mapa, mas:<br />
- «Meca é o ventre da Terra» – <a href="http://www.muslimphilosophy.com/ip/rep/H022" rel="nofollow">Ibn Al-Arabi</a>.<br />
- «Um novo sol ergueu-se do ventre da Terra» – <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Muhammad_Iqbal" rel="nofollow">Muhammad Iqbal</a>.</p>
<p>Como saber se praticamos eficazmente o jejum? Pelos sinais. Por todo o Alcorão se repete a expressão: «sinais para aqueles que meditam». Os rituais de qualquer religião só se tornam eficazes quando actualizam, isto é, passam a acto, as etapas da via seguida pelo fundador dessa religião. Assim, o jejum, assim como os outros preceitos islâmicos, visam essa actualização (<em>Din al-fitrah</em>) da fé, a qual nos dota de «vidência», «orientação» e «discernimento» para saber ler os sinais, tal como Maomé, analfabeto antes da intervenção do Anjo, foi dotado dessas qualidades para ler os sinais de Allah. O jejum não nos é prescrito para passarmos pela dificuldade ou pelo sacrifício da fome – o Alcorão exorta “comei e bebei, mas não desperdiçais!” -, mas antes para nos ser demonstrado, como a Maomé, que «o Ramadan foi o mês em que foi revelado o Alcorão».</p>
<p>“Al Bacara” indica as circunstâncias em que se deve jejuar para recebermos em potência a recitação de Allah. «Jejuareis determinados dias», diz-se, portanto, é preciso determinar que dias são esses. Refere também: «Quem de vós presenciar o novilúnio deste mês deverá jejuar». Duas indicações preciosas.</p>
<p>Uma coisa é certa: ninguém presencia o novilúnio à luz do dia! O novilúnio é um acontecimento nocturno. Os acontecimentos mais marcantes da vida de Maomé são também nocturnos: <em>Leilat al-Qadr </em>(Noite da Excelência ou Noite da Potência) e<em> Leilat al-Miraj </em>(Noite da Ascensão ou Noite da Viagem). Na primeira dessas noites notáveis, Maomé recebeu a revelação do Alcorão; na segunda, Maomé ascende a graus ou círculos cada vez mais elevados. Tanto numa como noutra, Maomé é visitado pelo sobrenatural enquanto repousa, enchendo o seu coração de pureza, fé e sabedoria.</p>
<p>Num país de calendário oficial cristão como Portugal, é vulgar esquecermo-nos que o dia islâmico começa ao pôr-do-sol, daí que, às tribos muçulmanas que habitavam as regiões do Norte de África, se tenha dado o nome genérico de “Maghreb” (pôr-do-sol), por ser essa a oração primacial com que iniciavam o seu dia de orações. Nómadas sob o sol escaldante do deserto, as caravanas de camelos só avançavam fora das horas de calor extremo. Esses povos tomavam por preceito “As salatu khayrun min an-nawm” (A oração é melhor do que o sono!).</p>
<p>A frase “jejuareis determinados dias” refere-se, pois, ao dia islâmico que começa com o pôr-do-sol e o nascer da lua, ao dia cuja manhã é o início da noite e cuja tarde é o fim da noite e cuja noite é o que os Cristãos chamam de luz do dia. Os nómadas do deserto dormem de dia e trouxeram esse costume para a Península Ibérica, onde a “siesta” ou sesta perdura para alguns.</p>
<p>“Al Bacara” fornece indícios temporais bastante precisos, em função dos três astros principais que regulam as nossas noções de tempo: Sol, Lua e Terra. A translação em volta do sol mede o ano e “Al Bacara” selecciona um único mês do ano: Ramadhan (o qual equivale a Setembro). A órbita da Lua em torno da Terra mede o mês e “Al Bacara” destaca no ciclo lunar o período do novilúnio (Lua Nova). O eixo de rotação da Terra sobre si demora um dia e “Al Bacara” preceitua que só se deverá jejuar em presença do novilúnio, ou seja, durante a noite. Jejuai, pois, nas noites de Lua Nova de Setembro, em perfeita calma. Observai a &#8220;siesta&#8221; para que à noite não estejais demasiado cansados e ensonados: &#8220;a oração é melhor do que o sono!&#8221;. Pela nossa saúde!</p>
<p>Enquanto os três círculos do espaço-tempo, que as ciências modernas separaram e desligaram, não forem integrados num movimento único (&#8220;perpetuum mobile&#8221;), não podereis sentir-vos guiados por Allah, e acontecerá como naquele dito sufi:</p>
<p>«O tempo é um sabre: se não cortas com ele, ele corta-te».</p>
<p>P.S.: Que tantos quanto for possível, leiam o autêntico e perfeito sentido destas imperfeitas frases humanas.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: nurhayat</title>
		<link>http://islamnet.eu/a-sunnah/comment-page-1/#comment-992</link>
		<dc:creator>nurhayat</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Sep 2009 09:49:18 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://islamnet.blogs.sapo.pt/157184.html#comment-992</guid>
		<description>as salam walaykum irmaos e irmas
antes de mais nada parabenizo os pelo Sagrado mes de Ramadhan, espero q Allah swt possa aceitar o jejum de vcs.
meus caros, todos sabemos q o Kuraan Karim nos foi revelado c exemplo e auxilio em todos os setores da vida, porem nao e qquer um q pode entende lo, assim c os outros livros sagrados ex a biblia, precisa se de mta dedicaçao e sabedoria, por isso existe o tafsir, p nos ajudar a entender o Kuraan, aconse lho aqueles muçulmanos ou nao a procurarem ajuda no tefsir qdo nao entenderem Kuraan.
outra nota, a Sunnah do profeta Muhammad sas, e simplismente um conjunto de praticas do profeta sas, narrada pelos seus companheiros e companheiros, aquele q praticar a sunnah insha Allah ganhara hassanats, aquele q nao praticar nao sera punido por isso, e claro q vale lembrar q devemos praticar as sunnah dos hadices confiaveis c ex bukhari, e muslim e tirmithi.
maa salam...
al vada sharh Ramadhan...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>as salam walaykum irmaos e irmas<br />
antes de mais nada parabenizo os pelo Sagrado mes de Ramadhan, espero q Allah swt possa aceitar o jejum de vcs.<br />
meus caros, todos sabemos q o Kuraan Karim nos foi revelado c exemplo e auxilio em todos os setores da vida, porem nao e qquer um q pode entende lo, assim c os outros livros sagrados ex a biblia, precisa se de mta dedicaçao e sabedoria, por isso existe o tafsir, p nos ajudar a entender o Kuraan, aconse lho aqueles muçulmanos ou nao a procurarem ajuda no tefsir qdo nao entenderem Kuraan.<br />
outra nota, a Sunnah do profeta Muhammad sas, e simplismente um conjunto de praticas do profeta sas, narrada pelos seus companheiros e companheiros, aquele q praticar a sunnah insha Allah ganhara hassanats, aquele q nao praticar nao sera punido por isso, e claro q vale lembrar q devemos praticar as sunnah dos hadices confiaveis c ex bukhari, e muslim e tirmithi.<br />
maa salam&#8230;<br />
al vada sharh Ramadhan&#8230;</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Pedro Ivo Amaral Lima</title>
		<link>http://islamnet.eu/a-sunnah/comment-page-1/#comment-934</link>
		<dc:creator>Pedro Ivo Amaral Lima</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Apr 2009 22:19:25 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://islamnet.blogs.sapo.pt/157184.html#comment-934</guid>
		<description>O muçulmano deve jejuar durante todo o mês do Ramadã? Essa obrigação está prescrita no Alcorão? Ou provém de uma Sunnah? Não encontrei, em todo o Alcorão, a ordem de jejuar o mês inteiro. A Surata &quot;Al Bacara&quot;, 183, 184 e 185 prescreve: 

Ó fiéis, está-vos prescrito o jejum, tal como foi prescrito a vossos antepassados, para que temais a Deus. Jejuareis determinados dias; porém, quem de vós não cumprir jejum, por achar-se enfermo ou em viagem, jejuará, depois, o mesmo número de dias. Mas quem, só à custa de muito sacrifício, consegue cumpri-lo, vier a quebrá-lo, redimir-se-á, alimentando um necessitado; porém, quem se empenhar em fazer além do que for obrigatório, será melhor. Mas, se jejuardes, será preferível para vós, se quereis sabê-lo. O mês de Ramadan foi o mês em que foi revelado o Alcorão, orientação para a humanidade e vidência de orientação e Discernimento. Por conseguinte, quem de vós presenciar o novilúnio deste mês deverá jejuar; porém, quem se achar enfermo ou em viagem jejuará, depois, o mesmo número de dias. Deus vos deseja a comodidade e não a dificuldade, mas cumpri o número (de dias), e glorificai a Deus por ter-vos orientado, a fim de que (Lhe) agradeçais. 

Não há ordem expressa no sentido de se jejuar o mês inteiro. Se a norma provém de uma Sunnah, significa que ela é recomendada, mas não é obrigatória, certo?  Quero me converter ao Islã e esse é o único ponto que não aceito. Jejuar durante um mês inteiro, ainda que seja só durante a luz do dia, não me parece razoável, até por que não está prescrito no Alcorão. A vossa resposta será muito esclarecedora e importante para minha decisão. Por favor, me ajudem.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O muçulmano deve jejuar durante todo o mês do Ramadã? Essa obrigação está prescrita no Alcorão? Ou provém de uma Sunnah? Não encontrei, em todo o Alcorão, a ordem de jejuar o mês inteiro. A Surata &#8220;Al Bacara&#8221;, 183, 184 e 185 prescreve: </p>
<p>Ó fiéis, está-vos prescrito o jejum, tal como foi prescrito a vossos antepassados, para que temais a Deus. Jejuareis determinados dias; porém, quem de vós não cumprir jejum, por achar-se enfermo ou em viagem, jejuará, depois, o mesmo número de dias. Mas quem, só à custa de muito sacrifício, consegue cumpri-lo, vier a quebrá-lo, redimir-se-á, alimentando um necessitado; porém, quem se empenhar em fazer além do que for obrigatório, será melhor. Mas, se jejuardes, será preferível para vós, se quereis sabê-lo. O mês de Ramadan foi o mês em que foi revelado o Alcorão, orientação para a humanidade e vidência de orientação e Discernimento. Por conseguinte, quem de vós presenciar o novilúnio deste mês deverá jejuar; porém, quem se achar enfermo ou em viagem jejuará, depois, o mesmo número de dias. Deus vos deseja a comodidade e não a dificuldade, mas cumpri o número (de dias), e glorificai a Deus por ter-vos orientado, a fim de que (Lhe) agradeçais. </p>
<p>Não há ordem expressa no sentido de se jejuar o mês inteiro. Se a norma provém de uma Sunnah, significa que ela é recomendada, mas não é obrigatória, certo?  Quero me converter ao Islã e esse é o único ponto que não aceito. Jejuar durante um mês inteiro, ainda que seja só durante a luz do dia, não me parece razoável, até por que não está prescrito no Alcorão. A vossa resposta será muito esclarecedora e importante para minha decisão. Por favor, me ajudem.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: mh</title>
		<link>http://islamnet.eu/a-sunnah/comment-page-1/#comment-174</link>
		<dc:creator>mh</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 16:53:51 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://islamnet.blogs.sapo.pt/157184.html#comment-174</guid>
		<description>Salams&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obrigado pelo comentário! A sunnah não passa o farz, os hadices contêm sobretudo o que diz respeito ao Sunnah do nosso profeta Muhammad Salalaho Aleihe wa Salam, ou seja, reportam tudo o que o Profeta fazia, as suas acções, tudo. Sendo que Muhammad é um mensageiro, tudo o que Ele fez estava na senda recta e divinda oferecida por Allah. Se o que ele fez foi sempre o certo, o bem, o correcto devemos segui-lo como exemplo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, existem hadices que são fracos e é aí que surge algum &quot;grande&quot; conflito, pois há Sheiks com influência a defenderem que todos os hadices devem ser mantidos. Mas como? Se um contraria o outro e se outros contrariam o Alcorão???&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que devemos fazer tal como o irmão Duarte disse, reflectir no assunto e tentar aprofundar os nossos conhecimentos com os links que o Duarte colocou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Salams&lt;br /&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Salams</p>
<p>Obrigado pelo comentário! A sunnah não passa o farz, os hadices contêm sobretudo o que diz respeito ao Sunnah do nosso profeta Muhammad Salalaho Aleihe wa Salam, ou seja, reportam tudo o que o Profeta fazia, as suas acções, tudo. Sendo que Muhammad é um mensageiro, tudo o que Ele fez estava na senda recta e divinda oferecida por Allah. Se o que ele fez foi sempre o certo, o bem, o correcto devemos segui-lo como exemplo.</p>
<p>Ora, existem hadices que são fracos e é aí que surge algum &#8220;grande&#8221; conflito, pois há Sheiks com influência a defenderem que todos os hadices devem ser mantidos. Mas como? Se um contraria o outro e se outros contrariam o Alcorão???</p>
<p>Acho que devemos fazer tal como o irmão Duarte disse, reflectir no assunto e tentar aprofundar os nossos conhecimentos com os links que o Duarte colocou.</p>
<p>Salams</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: duarte</title>
		<link>http://islamnet.eu/a-sunnah/comment-page-1/#comment-173</link>
		<dc:creator>duarte</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 20:53:06 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://islamnet.blogs.sapo.pt/157184.html#comment-173</guid>
		<description>Um princípio de visão (talvez):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.estado.com.br/editorias/2008/0&lt;wbr /&gt;2/10/ger-1.93.7.20080210.6.1.xml</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Um princípio de visão (talvez):</p>
<p><a href="http://www.estado.com.br/editorias/2008/0" rel="nofollow">http://www.estado.com.br/editorias/2008/0</a><wbr />2/10/ger-1.93.7.20080210.6.1.xml</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: duarte</title>
		<link>http://islamnet.eu/a-sunnah/comment-page-1/#comment-172</link>
		<dc:creator>duarte</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 20:19:11 +0000</pubDate>
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		<description>Salaam!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora aqui vai uma resposta não-muçulmana à sua pergunta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como sabeis, melhor do que eu, a palavra árabe &quot;sunnah&quot; quer dizer apenas &quot;caminho&quot; ou &quot;prática.&quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto a Muhammad, o Alcorão dirige-se a ele do seguinte modo: «Lembra-lhes, ó Muhammad, pois tu não és mais do que um mensageiro!» (88:21).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diz-se noutro versículo sobre Muhammad: «Cinge-te ao que se te inspirou. Tu estás no recto caminho. Isto é uma Mensagem para ti e para o teu povo» (43:43,44).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Sunnah, tal como refere, recorre sobretudo a duas fontes de origem diversa: o Alcorão e o Hádice (ou Hádices). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como é sabido, este último livro que não é contemporâneo de Maomé, mas posterior, escrito pelos discípulos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os próprios sheiks muçulmanos reconhecem que o Hádice é mais normativo e condicionador que o Alcorão, o qual pode ser considerado mais livre pois prescreve a observância de menor número de regras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, pergunto-vos eu:&lt;br /&gt;- não é possível que &quot;seguir&quot; Muhammad, ao invés de querer dizer, obedecer às regras restritivas do Hádice que NÃO saiu da boca do Profeta, queria antes dizer «Cinge-te ao que se te inspirou»?&lt;br /&gt;- não é possível que o “caminho” da Sunnah queira antes dizer “segue aquilo que te inspira”?&lt;br /&gt;- não é possível que a via de Muhammad seja a voz do coração que nos fala interiormente e não as ordens que os seus discípulos, envolvidos em guerras de sucessão após a morte do Profeta, escreveram para exercerem o poder sobre o povo muçulmano?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Permita-me uma última reflexão: considero, do que conheço, que o Islão, na sua época áurea, teve grandes pensadores, maiores entre os maiores (grandes matemáticos, grandes gramáticos, grandes filósofos, grandes calígrafos, grandes poetas, grandes governantes também, etc.), mas CAUSA-ME ARREPIOS assistir às interpretações mesquinhas a que políticos e religiosos muçulmanos chegam para manipular as classes mais desfavorecidas (e menos alfabetizadas), votando a sua própria cultura a um triste declínio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os muçulmanos (e os não-muçulmanos também), neste momento da História, precisam de seguidores à altura de Akbar &quot;O Grande&quot; (1542-1605, Índia) e de Abderrahman III (889-961, Córdova, Península Ibérica) ou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se trata de tolerância (que, etimologicamente, significa “suportar sofrimentos”), mas de bem-estar, de possuir vistas largas, abertura, visão…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O nosso mundo, muçulmano ou não, precisa muito disto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.indhistory.com/akbar.html&lt;br /&gt;http://pt.wikipedia.org/wiki/Abderram%C3%A&lt;wbr /&gt;3o_III&lt;br /&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Salaam!</p>
<p>Ora aqui vai uma resposta não-muçulmana à sua pergunta.</p>
<p>Como sabeis, melhor do que eu, a palavra árabe &#8220;sunnah&#8221; quer dizer apenas &#8220;caminho&#8221; ou &#8220;prática.&#8221;</p>
<p>Quanto a Muhammad, o Alcorão dirige-se a ele do seguinte modo: «Lembra-lhes, ó Muhammad, pois tu não és mais do que um mensageiro!» (88:21).</p>
<p>Diz-se noutro versículo sobre Muhammad: «Cinge-te ao que se te inspirou. Tu estás no recto caminho. Isto é uma Mensagem para ti e para o teu povo» (43:43,44).</p>
<p>A Sunnah, tal como refere, recorre sobretudo a duas fontes de origem diversa: o Alcorão e o Hádice (ou Hádices). </p>
<p>Como é sabido, este último livro que não é contemporâneo de Maomé, mas posterior, escrito pelos discípulos. </p>
<p>Os próprios sheiks muçulmanos reconhecem que o Hádice é mais normativo e condicionador que o Alcorão, o qual pode ser considerado mais livre pois prescreve a observância de menor número de regras.</p>
<p>Agora, pergunto-vos eu:<br />- não é possível que &#8220;seguir&#8221; Muhammad, ao invés de querer dizer, obedecer às regras restritivas do Hádice que NÃO saiu da boca do Profeta, queria antes dizer «Cinge-te ao que se te inspirou»?<br />- não é possível que o “caminho” da Sunnah queira antes dizer “segue aquilo que te inspira”?<br />- não é possível que a via de Muhammad seja a voz do coração que nos fala interiormente e não as ordens que os seus discípulos, envolvidos em guerras de sucessão após a morte do Profeta, escreveram para exercerem o poder sobre o povo muçulmano?</p>
<p>Permita-me uma última reflexão: considero, do que conheço, que o Islão, na sua época áurea, teve grandes pensadores, maiores entre os maiores (grandes matemáticos, grandes gramáticos, grandes filósofos, grandes calígrafos, grandes poetas, grandes governantes também, etc.), mas CAUSA-ME ARREPIOS assistir às interpretações mesquinhas a que políticos e religiosos muçulmanos chegam para manipular as classes mais desfavorecidas (e menos alfabetizadas), votando a sua própria cultura a um triste declínio. </p>
<p>Os muçulmanos (e os não-muçulmanos também), neste momento da História, precisam de seguidores à altura de Akbar &#8220;O Grande&#8221; (1542-1605, Índia) e de Abderrahman III (889-961, Córdova, Península Ibérica) ou.</p>
<p>Não se trata de tolerância (que, etimologicamente, significa “suportar sofrimentos”), mas de bem-estar, de possuir vistas largas, abertura, visão…</p>
<p>O nosso mundo, muçulmano ou não, precisa muito disto.</p>
<p><a href="http://www.indhistory.com/akbar.html" rel="nofollow">http://www.indhistory.com/akbar.html</a><br /><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Abderram%C3%A" rel="nofollow">http://pt.wikipedia.org/wiki/Abderram%C3%A</a><wbr />3o_III</p>
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