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Como e o porquê do Homem na Terra
Written by mh on April 20, 2007 – 12:06 pm - Nem o leitor nem eu, passamos a ser ou existir por nós mesmos. Assim, todo o vasto universo, ao nosso redor, e as criaturas múltiplas, que nele existem, não são senão criação e acto de um Primeiro Criador.
O Último, também, é Allah, Ele é a Causa Suprema. O homem, como qualquer outra criatura ou ente no universo, faz parte da Sua Criação . O homem procede da Sua ação criadora, e não de mera chance, acaso ou evolução ocorrida no limite deste planeta. Ele criou o homem de uma única alma, macho e fêmea.
“Ó humanos, na verdade, Nós vos criámos de um macho e uma fêmea e vos dividimos em povos e tribos, para reconhecerdes uns aos outros. Sabei que o mais honrado, dentre vós, ante Deus, é o mais temente. Sabei que Deus é Sapientíssimo e está bem inteirado.” (49:13)
A existência do homem nesta vida não está livre de um propósito. Não é uma criação "baldada". Ele dotou Adão, o primeiro homem, com inteligência e volição.
Ao homem, foi-lhe concedida a possibilidade da escolha entre o certo e errado, associando esta escolha a uma prestação de contas. O caminho correcto é a submissão à Sua vontade e orientação, no entanto, o caminho errado é malogrado na própria desobediência. Allah, também, criou Satanás e o elevou ao nível dos anjos, mas este foi amaldiçoado pela sua desobediência.
Ele também criou os anjos que Lhe são, totalmente, submissos. O propósito da vida humana não é defraudado por um ideal de desobediência, como é caracterizado, erroneamente, pela atitude adâmica, mas, longe disso, é caracterizado pela submissão e busca pelo Seu perdão.
Adão implorou por perdão, mas Satanás pediu por respeito. Assim o objecto soberano desta vida é, nada mais que, adorar ao Criador, física e espiritualmente.
O Alcorão Sagrado relata:
“Não criei os gênios e os humanos, senão para Me adorarem.” (51:56)
“Ó humanos, adorai o vosso Senhor, Que vos criou, bem como aos vossos antepassados, quiçá assim tornar-vos-íeis virtuosos.” (2:21)
IslamNet
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O que é o Calendário Islâmico???
Written by mh on April 11, 2007 – 2:45 pm -O calendário islâmico é baseado nos meses lunares, que começam quando uma tênue lua nova é percebida no céu ocidental depois do pôr-do-sol, um dia ou dois após a Lua Nova. Por isto, o mês pode ter 29 ou 30 dias. Existem 12 meses no calendário islâmico, e o ano pode durar 354 ou 355 dias, comparado ao calendário civil (gregoriano), onde o ano tem 365 ou 366 dias. Portanto, o ano lunar islâmico tem 12 meses lunares e, na média, é mais curto 11 dias do que o ano civil (gregoriano) e se inicia mais cedo em cada ano civil cerca de 11 dias. Os 12 meses do calendário islâmico são:
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Os meses do calendário Isslâmico são:
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| 1º | Muharram | ![]() |
| 2º | Safar | ![]() |
| 3º | Rabei al-awal | ![]() |
| 4º | Rabi al-thani | ![]() |
| 5º | Yumada al-ula | ![]() |
| 6º | Yumada al-thaniyah | ![]() |
| 7º | Rajab | ![]() |
| 8º | Shabán | ![]() |
| 9º | Ramadán | ![]() |
| 10º | Shawwal | ![]() |
| 11º | Dhul Qhada | ![]() |
| 12º | Dhul Hijjah | ![]() |
No calendário islâmico (Hégira) usa-se normalmente a abreviatura D.H. nas línguas ocidentais, que é derivado do latim "Anno Hegirae", ou mais comumente como "Depois da Hégira", tal como o calendário gregoriano que se utiliza D.C e A.C.
Foi durante a última peregrinação do Mensageiro Mohammad (saw), no ano 10 da Hégira (10° ano de sua migração de Meca para Medina), que foi tomada a decisão de introduzir o calendário islâmico lunar. A palavra Hijrah (Hégira) foi muitas vezes mal interpretada por vários escritores muçulmanos e não muçulmanos. Não significa fuga ou evasão. O termo árabe Hajara quer dizer romper relações ou abandonar sua própria tribo.
Embora o calendário islâmico tenha sido introduzido no ano de 632 da era cristã pelo Mensageiro Mohammad (saw), o início da era islâmica para o cômputo dos anos islâmicos foi considerado e discutido durante o ano de 639, no 4° ano do Califado de Omar, que declarou que o acontecimento mais importante no estabelecimento das raízes do Isão em Medina tinha sido a Hégira (a migração do Mensageiro de Meca), e por isso transformou-se no início da era islâmica, que começou em 622 d.C. A data de início para o Calendário Islâmico foi escolhida (com base nos anos lunares, contando-se para trás) como sendo o primeiro dia do primeiro mês (1° do Muharram) do ano da Hégira. No entanto, o período entre o 1° ano e o 10° da Hégira não seguiu este Calendário Islâmico; em seu lugar prevaleceram as práticas de vários tipos de intercalação que eram seguidas na Arábia daquele tempo. As diversas tribos seguiam diferentes intercalações, assim não havia um calendário uniforme. Por conseguinte, o primeiro dia do Muharram, ano 1 da Hégira, conforme praticado na Arábia correspondia ou a 18 de abril ou 18 de maio de 622 (do calendário juliano). Mas, se quisermos uma data teórica para o início do calendário islâmico (com base nos meses lunares sem intercalação, contando-se para trás), então o primeiro dia do primeiro mês, isto é, 1° do Muharram, do ano 1 da Hégira, corresponde a 16 de julho de 622 d.C.
O primeiro calendário islâmico pelo qual a data do calendário juliano é conhecida de modo exato é o 9° do Dhu al-Hijjah, ano 10 da Hégira, que corresponde a 6 de março de 632 d.C (sexta-feira), quando o Mensageiro Mohammad (saw) fez a sua peregrinação de despedida a Meca.
Islamnet / Islamemlinha
Na barra lateral pode ver a data de hoje no calendário islâmico e também as orações de hoje.
Salams
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ISLAM, UMA CIÊNCIA PARA O DISCERNENTE – Parte II
Written by mh on April 7, 2007 – 3:20 pm -
A palavra Islam significa submissão e obediência voluntária a Deus no qu’Ele prescreveu e coibiu, através da revelação. Significa igualmente paz, que só é encontrada mediante a submissão e obediência voluntária a Deus. Disse o Altíssimo no Alcorão: "Não há imposição quanto ao din" [Alcorão 2:256]
Como os Mensageiros de Deus foram, dentre as pessoas, os que mais se submeteram a Deus, foram portanto os primeiros dos muçulmanos.
O Islam é a religião, ou melhor é o din de todos os enviados de Deus desde o primeiro deles (Adão: enviado para a sua descendência próxima) até o derradeiro enviado (Maomé ou melhor Muhammad). Deus afirma isto no Seu livro revelado (Alcorão). Disse Ele nas palavras de Jacob a seus filhos:
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"Não estáveis presentes (testemunhando) quando a Jacob se apresentou a morte, que então disse a seus filhos: Que adorareis após mim? Disseram-lhe: Adoraremos o teu deus e o deus de teus pais: Abraão, e Ismael e Isaac, o Deus Único, e a Ele nós somos muçulmanos (submissos) [Alcorão 2:133].
Disse Ele nas palavras de Jesus e de seus discípulos:

" E quando lhes sentiu Jesus o encobrimento, disse: Quem são meus apoiadores até Deus?. Disseram os discípulos: Nós somos os apoiadores de Deus, cremos em Deus, e testemunha que somos muçulmanos (submissos)." [Alcorão 3:52].
A palavra din significa:
A subjugação e supremacia a quem tem um poder maior – Deus.
A obediência, a adoração e a servidão de quem é subjugado – as criaturas.
As delimitações, as leis, o método e a maneira a serem seguidos – o Islam.
A contabilização, a jurisprudência, a punição e a recompensa – a Justiça de Deus.
A governança e a autoridade superior – Autoridade de quem criou, Deus.

" Dize: Ó Deus, Soberano / Proprietário do poder de ação! Tu concedes o poder de ação a quem Te apraz e retiras o poder de ação de quem te apraz; exaltas a quem queres e humilhas a quem queres. Em Tua mão está todo o Bem. Tu és Onipotente." [Alcorão 3:26].
"Disse Deus no Alcorão:
" E disse o Faraó: Deixai-me matar Moisés, e que invoque a seu rab. Temo que troque vosso din ou que faça surgir na terra a corrupção". [Alcorão ('gófir) 40:26].
Não há dúvida que a palavra din não significa aqui, nem em outras éyiét ( plural de éyiát = nome dado as frases do Alcorão e que significa provas) do Alcorão, simplesmente religião. Significa sim o governo e o sistema também. O Faraó temia, e o declarava, o êxito de Moisés na sua conclamação. Pois o governo e o sistema baseado na governança do Faraó, nas leis e costumes vigentes seriam arrancados pelas raízes. Aí, então, viria um sistema baseado em fundamentos totalmente diferentes ou reinaria a desordem ao ver do Faraó.
O significado da palavra din é, portanto, em todos as éyiét do Alcorão não outro senão o sistema completo para a vida e que abrange todas as suas diversidades.
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MUHAMMAD NA BÍBLIA – Já estava escrito….
Written by mh on April 6, 2007 – 12:42 pm -Por Dr. Jamal Badawi
"Aqueles que seguem o Apóstolo, o Profeta iletrado, a quem
eles acham mencionado em sua Tora e no Evangelho…" (Alcorão 7:157)
1. AS PROFECIAS BÍBLICAS SOBRE O ADVENTO DE MOHAMMAD
Abraão é amplamente respeitado como o Patriarca do monoteísmo e o pai comum de judeus, cristãos e muçulmanos. Através de seu segundo filho, Isaac, vieram todos os profetas, inclusive os mais proeminentes, como Jacó, José, Moisés, Davi, Salomão e Jesus. Que a paz e a bênção de Deus estejam sobre todos eles. O advento desses grandes profetas foi um cumprimento parcial das promessas de Deus, de abençoar as nações da terra através dos descendentes de Abrão (Gênesis 12:2.3). Este fato é sinceramente aceito pelos muçulmanos, cuja fé considera a crença e o respeito a todos os profetas um artigo de fé.
2. AS BÊNÇÃOS DE ISMAEL E ISAAC
Estaria o primogênito de Abraão (Ismael) e seus descendentes incluídos no pacto e na promessa de Deus? Alguns versículos da Bíblia podem ajudar a esclarecer um pouco esta questão:
1) Gênesis 12:2-3 fala da promessa de Deus a Abraâo e seus descendentes antes que qualquer filho seu nascesse.
2) Gênesis 17:4 reitera a promessa de Deus após o nascimento de Ismael e antes do nascimento de Isaac.
3) Gênesis, cap. 21 Isaac é especialmente abençoado, mas Ismael, a quem Deus prometeu transformar em uma "grande nação", também é especialmente abençoado, principalmente em Gênesis 21:13, 18.
4) De acordo com Deuteronômio 2l:15-17, os direitos e privilégios tradicionais do primogênito não podem ser alterados por causa do "status" de sua mãe (seja uma mulher livre, como Sara, a mãe de Isaac, ou uma escrava, como Hagar, a mãe de Ismael). Este fato, apenas confirma os princípios humanitários e morais de todas as crenças reveladas.
5) A legitimidade completa de Ismael como filho e "semente" de Abraão, e a legitimidade completa de sua mãe, Hagar, como esposa de Abraão, estão claramente declaradas em Gênesis 21:13 e 16:3.
Depois de Jesus, como o último profeta e mensageiro israelita, chegou a hora de a promessa de Deus, de abençoar Ismael e seus descendentes, ser cumprida. Menos de 600 anos anos depois de Jesus, chegou o último mensageiro de Deus, Mohammad, da descendência de Abraão, através de Ismael. As bênçãos de Deus sobre os dois principais ramos da árvore genealógica de Abraão estavam agora cumpridas. Mas, haverá outras provas que corroborem o fato de que a Bíblia, na verdade, predisse a chegada de Mohammad?
3. MOHAMMAD: O Profeta como Moisés
Muito tempo depois de Abraão, a promessa de Deus de enviar um tão esperado Mensageiro foi repetida, desta vez nas palavras de Moisés.
Em Deuteronômio 18:18, Moisés assim falou sobre o profeta a ser enviado por Deus:
1) Dentre os famialiares dos israelitas, numa clara referência aos seus primos ismaelitas porque Ismael era o outro filho de Abraão, a quem foi prometido, explicitamente, se tornar uma "grande nação".
2) Um profeta como Moisés. Jamais houve dois profetas tão semelhantes entre si como Moisés e Mohammad. Ambos receberam um extenso código legal de vida, ambos enfrentaram seus inimigos e foram vencedores de forma miraculosa, ambos eram aceitos como profetas/autoridades e ambos migraram em razão de conspirações para assassiná-los. As analogias emtre Moisés e Jesus deixam passar, não somente essas semelhanças mas, também, outras importantes (por exemplo, o nascimento natural, vida familiar e morte de Moisés e Mohammad, mas não de Jesus, que era respeitado por seus seguidores como o Filho de Deus e não como um mensageiro de Deus, exclusivamente, como Moisés e Mohammad o eram e como os muçulmanos acreditam que Jesus era).
4. O PROFETA ESPERADO TINHA QUE VIR DA ARÁBIA
O Deuteronômio 33:1.2 combina as referências a Moisés, Jesus e Mohammad. Fala de Deus (isto é, da revelação de Deus) chegando do Sinai, surgindo de Seir (provavelmente a cidade de As’ir, próxima a Jerusalém) e brilhando além de Paran. De acordo com Gênesis 2l:2l, o deserto de Paran era o lugar onde Ismael acampou (isto é, a Arábia, especificamente Macca).
Na verdade, a versão da Bíblia do Rei James, menciona os peregrinos passando pelo vale de Ba’ca (um outro nome de Macca) nos Salmos 84:4-6.
Isaías 42:1-13, fala do amado de Deus. Seu eleito e mensageiro que trará a lei a ser aguardada nas ilhas e que "não fracassará nem desanimará até que ele tenha fixado o julgamento sobre a terra." O versículo 11, liga aquele mensageiro aguardado aos descendentes de Ke’dar. Quem é Ke’dar? De acordo com o Gênesis 25:13, Ke’dar era o segundo filho de Ismael, o antepassado de Mohammad.
5. ESTARIA A MIGRAÇÃO DE MOHAMMAD DE MACCA PARA MEDINA
PROFETIZADA NA BÍBLIA?
Habakkuk 3:3 fala de Deus (ajuda de Deus) vindo de Te’man (um oásis ao norte de Medina, de acordo com o Dicionário da Bíblia deJ. Hasting) e do santo (vindo) de Paran. Aquele santo, que, sob perseguição, migrou de Paran (Macca) para ser recebido entusiasticamente em Medina, não era outro senão o profeta Mohammad.
Na verdade, o incidente da migração do profeta, e de seus seguidores perseguidos, está descrito com todas as cores em Isaías 21:13-17, assim como profetiza a batalha de Badr, na qual uns poucos fiéis desarmados, milagrosamente derrotaram os poderosos de Ke’dar, que queriam destruir o Islam e intimidar seus próprios companheiros, que se voltavam para o Islam.
6. O ALCORÃO FOI PROFETIZADO NA BÍBLIA?
Durante 23 anos, as palavras de Deus (o Alcorão) foram sendo postas na boca de Mohammad. Ele não foi o autor do Alcorão. O Alcorão foi ditado a ele pelo Anjo Gabriel, que pedia que Mohammad simplesmente repetisse as palavras, conforme ele as ia ouvindo. Estas palavras foram, então, guardadas na memória e escritas por aqueles que as ouviram durante a existência de Mohammad, e sob sua supervisão.
Seria, então, uma coincidência, que o profeta "como Moisés", da "família " dos israelitas (isto é, dos ismaelitas), fosse também descrito como aquele, em cuja boca Deus poria suas palavras, e que falaria em nome de Deus? (Deuteronômio 18:18) Também teria sido coincidência que o "Paracleto" , cuja chegada Jesus profetizou, fosse descrito como aquele que "não falar´ por ele, mas por aquilo que ele ouvirá, que ele falará …" ?(João 16:13)
Teria sido uma outra coincidência, que Isaías fizesse a conexão entre o mensageiro, ligado a Ke’dar, e uma nova canção (uma escritura numa nova língua) para ser cantada pelo Senhor? (Isaías 42:10-11). Mais explicitamente, Isaías profetiza "com lábios balbuciantes, e uma outra língua, falará a seu povo" (Isaías 28:11). Este último versículo, descreve corretamente os "lábios balbuciantes" do Profeta Mohammad, refletindo o estado de tensão e concentração que ele atingiu durante o tempo da revelação. Um outro ponto é que o Alcorão foi revelado em pequenas doses, durante 23 anos. É interessante comparar este fato com Isaías 28:19, que fala a mesma coisa.
6. AQUELE PROFETA, O PARACLETO, MOHAMMAD
Na época de Jesus (a paz esteja sobre ele), os israelitas ainda esperavam por aquele profeta como Moisés, conforme profetizado em Deuteronômio 18:18. Quando João Batista chegou, foi-lhe perguntado se ele era o Cristo e ele respondeu "não". Então lhe perguntaram se era Elias, e ele lhes disse que "não". Então, numa aparente referência ao Deuteronômio 18:18, lhe perguntaram "Você é aquele Profeta?" e João respondeu que não (João 1:19-21).
No Evangelho segundo João (capítulos 14, 15, 16), Jesus falou do "Paracleto", ou o consolador, que chegaria depois dele, que seria enviado pelo pai como um outro Paracleto, que ensinaria novas coisas que os contemporâneos de Jesus não podiam entender. Ainda que o Paracleto seja descrito como o espírito da verdade, (cujo significado lembra o famoso título de Mohammad, Al-Amin, o honrado), ele é identificado em um único versículo como o Espírito Santo (João 14:26). Contudo, tal designação é inconsistente com o perfil daquele Paracleto. Nas palavras do Dicionário da Bíblia (Ed. J. Mackenzie), "Estes ítens, deve-se admitir, não são um quadro completamente coerente."
Na verdade, a história nos fala que muitos dos primeiros cristãos entendiam que o Paracleto era um homem e não um espírito. Isto talvez explicasse porque respondiam àqueles que reivindicavam, sem encontrar o critério estipulado por Jesus, ser ele o esperado "Paracleto".
O Profeta Mohammad (que a paz esteja sobre ele) foi o Paracleto., o Consolador, o socorredor, o admoestador enviado por Deus após Jesus. Ele testemunhou sobre Jesus, ensinou novas coisas que não poderiam ter sido ensinadas no tempo de Jesus, falou o que ele ouvia (revelação), habita entre os crentes (através de seus ensinamentos preservados). Tais ensinamentos permanecerão para sempre, porque ele foi o último mensageiro de Deus, o único Mensageiro Universal a unir toda a humanidade ao abrigo de Deus e no caminho da verdade PRESERVADA. Ele falou sobre muitas coisas que estariam por vir nos mínimos detalhes, sobre o critério dado por Moisés para distinguir entre os falsos e os verdadeiros profetas (Deuteronômio 18:22). Ele reprovou o mundo do pecado, falou sobre a justiça e o julgamento (João 16:8-11).
7. A MUDANÇA DA LIDERANÇA RELIGIOSA FOI PROFETIZADA?
Após a rejeição do último profeta israelita, Jesus, já era tempo de que a promessa de Deus, de fazer de Ismael uma grande nação, fosse cumprida (Gênesis 21:19, 18).
Em Mateus 21:19-21, Jesus falou da figueira sem frutos (um símbolo bíblico de herança profética) a ser liberada, após ter sido dada uma última chance de três anos (a duração do ministério de Jesus) para dar frutos. Em um versículo posterior, no mesmo capítulo, Jesus disse: Em verdade, vos digo: o reino de Deus será tomado de vós e entregue a uma nação que produzirá o fruto a partir daí." (Mateus 21:43). Aquela nação dos descendentes dos ismaelitas (a pedra rejeitada em Mateus 21:42), que venceu todos os super-poderes de seu tempo, conforme profetizado por Jesus: "E quem quer que caia sobre esta pedra se quebrará, mas sobre quem ela cair, pulverizar-se-á." (Mateus 2l:44).
8. COINCIDÊNCIA?
Será possível que as numerosas profecias aqui citadas estejam, individualmente ou combinadas, no contexto das interpretações erradas? Será o contrário verdade, isto é, que tais versículos raramente estudados se encaixam e, consistente e claramente, apontam para o advento do homem que mudou o curso da história humana, Profeta Mohammad (que a paz esteja com ele)? Será razoável concluir que todas essas profecias, que aparecem em diferentes livros da Bíblia, e ditas por vários profetas, em épocas diferentes, fossem todas coincidência? Se assim for, eis aqui uma outra estranha "coincidência"!
Um dos sinais do profeta que chegará de Paran (Macca),éé que ele virá "com 10.000 santos" (Deuteronômio 33:2 KJV). Este era o número de fiéis que acompanharam o Profeta Mohammad a Paran (Macca), em seu retorno vitorioso, sem derramamento de sangue, à sua terra natal, para destruir os símbolos remanescentes da idolatria na Ka’bah.
Caro Leitor:
Possa a luz da verdade brilhar em seu coração e mente. Que possa levá-lo no caminho da paz e da certeza nesta vida, e da felicidade eterna no Além.
2. AS BÊNÇÃOS DE ISMAEL E ISAAC
Estaria o primogênito de Abraão (Ismael) e seus descendentes incluídos no pacto e na promessa de Deus? Alguns versículos da Bíblia podem ajudar a esclarecer um pouco esta questão:
1) Gênesis 12:2-3 fala da promessa de Deus a Abraâo e seus descendentes antes que qualquer filho seu nascesse.
2) Gênesis 17:4 reitera a promessa de Deus após o nascimento de Ismael e antes do nascimento de Isaac.
3) Gênesis, cap. 21 Isaac é especialmente abençoado, mas Ismael, a quem Deus prometeu transformar em uma "grande nação", também é especialmente abençoado, principalmente em Gênesis 21:13, 18.
4) De acordo com Deuteronômio 2l:15-17, os direitos e privilégios tradicionais do primogênito não podem ser alterados por causa do "status" de sua mãe (seja uma mulher livre, como Sara, a mãe de Isaac, ou uma escrava, como Hagar, a mãe de Ismael). Este fato, apenas confirma os princípios humanitários e morais de todas as crenças reveladas.
5) A legitimidade completa de Ismael como filho e "semente" de Abraão, e a legitimidade completa de sua mãe, Hagar, como esposa de Abraão, estão claramente declaradas em Gênesis 21:13 e 16:3.
Depois de Jesus, como o último profeta e mensageiro israelita, chegou a hora de a promessa de Deus, de abençoar Ismael e seus descendentes, ser cumprida. Menos de 600 anos anos depois de Jesus, chegou o último mensageiro de Deus, Mohammad, da descendência de Abraão, através de Ismael. As bênçãos de Deus sobre os dois principais ramos da árvore genealógica de Abraão estavam agora cumpridas. Mas, haverá outras provas que corroborem o fato de que a Bíblia, na verdade, predisse a chegada de Mohammad?
3. MOHAMMAD: O Profeta como Moisés
Muito tempo depois de Abraão, a promessa de Deus de enviar um tão esperado Mensageiro foi repetida, desta vez nas palavras de Moisés.
Em Deuteronômio 18:18, Moisés assim falou sobre o profeta a ser enviado por Deus:
1) Dentre os famialiares dos israelitas, numa clara referência aos seus primos ismaelitas porque Ismael era o outro filho de Abraão, a quem foi prometido, explicitamente, se tornar uma "grande nação".
2) Um profeta como Moisés. Jamais houve dois profetas tão semelhantes entre si como Moisés e Mohammad. Ambos receberam um extenso código legal de vida, ambos enfrentaram seus inimigos e foram vencedores de forma miraculosa, ambos eram aceitos como profetas/autoridades e ambos migraram em razão de conspirações para assassiná-los. As analogias emtre Moisés e Jesus deixam passar, não somente essas semelhanças mas, também, outras importantes (por exemplo, o nascimento natural, vida familiar e morte de Moisés e Mohammad, mas não de Jesus, que era respeitado por seus seguidores como o Filho de Deus e não como um mensageiro de Deus, exclusivamente, como Moisés e Mohammad o eram e como os muçulmanos acreditam que Jesus era).
4. O PROFETA ESPERADO TINHA QUE VIR DA ARÁBIA
O Deuteronômio 33:1.2 combina as referências a Moisés, Jesus e Mohammad. Fala de Deus (isto é, da revelação de Deus) chegando do Sinai, surgindo de Seir (provavelmente a cidade de As’ir, próxima a Jerusalém) e brilhando além de Paran. De acordo com Gênesis 2l:2l, o deserto de Paran era o lugar onde Ismael acampou (isto é, a Arábia, especificamente Macca).
Na verdade, a versão da Bíblia do Rei James, menciona os peregrinos passando pelo vale de Ba’ca (um outro nome de Macca) nos Salmos 84:4-6.
Isaías 42:1-13, fala do amado de Deus. Seu eleito e mensageiro que trará a lei a ser aguardada nas ilhas e que "não fracassará nem desanimará até que ele tenha fixado o julgamento sobre a terra." O versículo 11, liga aquele mensageiro aguardado aos descendentes de Ke’dar. Quem é Ke’dar? De acordo com o Gênesis 25:13, Ke’dar era o segundo filho de Ismael, o antepassado de Mohammad.
5. ESTARIA A MIGRAÇÃO DE MOHAMMAD DE MACCA PARA MEDINA
PROFETIZADA NA BÍBLIA?
Habakkuk 3:3 fala de Deus (ajuda de Deus) vindo de Te’man (um oásis ao norte de Medina, de acordo com o Dicionário da Bíblia deJ. Hasting) e do santo (vindo) de Paran. Aquele santo, que, sob perseguição, migrou de Paran (Macca) para ser recebido entusiasticamente em Medina, não era outro senão o profeta Mohammad.
Na verdade, o incidente da migração do profeta, e de seus seguidores perseguidos, está descrito com todas as cores em Isaías 21:13-17, assim como profetiza a batalha de Badr, na qual uns poucos fiéis desarmados, milagrosamente derrotaram os poderosos de Ke’dar, que queriam destruir o Islam e intimidar seus próprios companheiros, que se voltavam para o Islam.
6. O ALCORÃO FOI PROFETIZADO NA BÍBLIA?
Durante 23 anos, as palavras de Deus (o Alcorão) foram sendo postas na boca de Mohammad. Ele não foi o autor do Alcorão. O Alcorão foi ditado a ele pelo Anjo Gabriel, que pedia que Mohammad simplesmente repetisse as palavras, conforme ele as ia ouvindo. Estas palavras foram, então, guardadas na memória e escritas por aqueles que as ouviram durante a existência de Mohammad, e sob sua supervisão.
Seria, então, uma coincidência, que o profeta "como Moisés", da "família " dos israelitas (isto é, dos ismaelitas), fosse também descrito como aquele, em cuja boca Deus poria suas palavras, e que falaria em nome de Deus? (Deuteronômio 18:18) Também teria sido coincidência que o "Paracleto" , cuja chegada Jesus profetizou, fosse descrito como aquele que "não falar´ por ele, mas por aquilo que ele ouvirá, que ele falará …" ?(João 16:13)
Teria sido uma outra coincidência, que Isaías fizesse a conexão entre o mensageiro, ligado a Ke’dar, e uma nova canção (uma escritura numa nova língua) para ser cantada pelo Senhor? (Isaías 42:10-11). Mais explicitamente, Isaías profetiza "com lábios balbuciantes, e uma outra língua, falará a seu povo" (Isaías 28:11). Este último versículo, descreve corretamente os "lábios balbuciantes" do Profeta Mohammad, refletindo o estado de tensão e concentração que ele atingiu durante o tempo da revelação. Um outro ponto é que o Alcorão foi revelado em pequenas doses, durante 23 anos. É interessante comparar este fato com Isaías 28:19, que fala a mesma coisa.
6. AQUELE PROFETA, O PARACLETO, MOHAMMAD
Na época de Jesus (a paz esteja sobre ele), os israelitas ainda esperavam por aquele profeta como Moisés, conforme profetizado em Deuteronômio 18:18. Quando João Batista chegou, foi-lhe perguntado se ele era o Cristo e ele respondeu "não". Então lhe perguntaram se era Elias, e ele lhes disse que "não". Então, numa aparente referência ao Deuteronômio 18:18, lhe perguntaram "Você é aquele Profeta?" e João respondeu que não (João 1:19-21).
No Evangelho segundo João (capítulos 14, 15, 16), Jesus falou do "Paracleto", ou o consolador, que chegaria depois dele, que seria enviado pelo pai como um outro Paracleto, que ensinaria novas coisas que os contemporâneos de Jesus não podiam entender. Ainda que o Paracleto seja descrito como o espírito da verdade, (cujo significado lembra o famoso título de Mohammad, Al-Amin, o honrado), ele é identificado em um único versículo como o Espírito Santo (João 14:26). Contudo, tal designação é inconsistente com o perfil daquele Paracleto. Nas palavras do Dicionário da Bíblia (Ed. J. Mackenzie), "Estes ítens, deve-se admitir, não são um quadro completamente coerente."
Na verdade, a história nos fala que muitos dos primeiros cristãos entendiam que o Paracleto era um homem e não um espírito. Isto talvez explicasse porque respondiam àqueles que reivindicavam, sem encontrar o critério estipulado por Jesus, ser ele o esperado "Paracleto".
O Profeta Mohammad (que a paz esteja sobre ele) foi o Paracleto., o Consolador, o socorredor, o admoestador enviado por Deus após Jesus. Ele testemunhou sobre Jesus, ensinou novas coisas que não poderiam ter sido ensinadas no tempo de Jesus, falou o que ele ouvia (revelação), habita entre os crentes (através de seus ensinamentos preservados). Tais ensinamentos permanecerão para sempre, porque ele foi o último mensageiro de Deus, o único Mensageiro Universal a unir toda a humanidade ao abrigo de Deus e no caminho da verdade PRESERVADA. Ele falou sobre muitas coisas que estariam por vir nos mínimos detalhes, sobre o critério dado por Moisés para distinguir entre os falsos e os verdadeiros profetas (Deuteronômio 18:22). Ele reprovou o mundo do pecado, falou sobre a justiça e o julgamento (João 16:8-11).
7. A MUDANÇA DA LIDERANÇA RELIGIOSA FOI PROFETIZADA?
Após a rejeição do último profeta israelita, Jesus, já era tempo de que a promessa de Deus, de fazer de Ismael uma grande nação, fosse cumprida (Gênesis 21:19, 18).
Em Mateus 21:19-21, Jesus falou da figueira sem frutos (um símbolo bíblico de herança profética) a ser liberada, após ter sido dada uma última chance de três anos (a duração do ministério de Jesus) para dar frutos. Em um versículo posterior, no mesmo capítulo, Jesus disse: Em verdade, vos digo: o reino de Deus será tomado de vós e entregue a uma nação que produzirá o fruto a partir daí." (Mateus 21:43). Aquela nação dos descendentes dos ismaelitas (a pedra rejeitada em Mateus 21:42), que venceu todos os super-poderes de seu tempo, conforme profetizado por Jesus: "E quem quer que caia sobre esta pedra se quebrará, mas sobre quem ela cair, pulverizar-se-á." (Mateus 2l:44).
8. COINCIDÊNCIA?
Será possível que as numerosas profecias aqui citadas estejam, individualmente ou combinadas, no contexto das interpretações erradas? Será o contrário verdade, isto é, que tais versículos raramente estudados se encaixam e, consistente e claramente, apontam para o advento do homem que mudou o curso da história humana, Profeta Mohammad (que a paz esteja com ele)? Será razoável concluir que todas essas profecias, que aparecem em diferentes livros da Bíblia, e ditas por vários profetas, em épocas diferentes, fossem todas coincidência? Se assim for, eis aqui uma outra estranha "coincidência"!
Um dos sinais do profeta que chegará de Paran (Macca),éé que ele virá "com 10.000 santos" (Deuteronômio 33:2 KJV). Este era o número de fiéis que acompanharam o Profeta Mohammad a Paran (Macca), em seu retorno vitorioso, sem derramamento de sangue, à sua terra natal, para destruir os símbolos remanescentes da idolatria na Ka’bah.
Caro Leitor:
Possa a luz da verdade brilhar em seu coração e mente. Que possa levá-lo no caminho da paz e da certeza nesta vida, e da felicidade eterna no Além.
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Opinião – Kosovo, outra vez
Written by mh on April 3, 2007 – 7:37 pm -A situação presente na região, a segurança dada pela OTAN e paga pela UE, não pode durar eternamente. Por isso, o medidor da ONU, Martti Ahtisaari, ofereceu um plano que prevê independência controlada do Kosovo. A sua proposta coincide com a posição da maior potência do mundo. Os norte-americanos agradecem e apoiam, mas a situação está complicada. Os EUA, a França e o Reino Unido vão apoiar, no Conselho da Segurança, a proposta de Ahtisaari. A Rússia ameaça vetar. A China, embora discretamente, pensa fazer o mesmo. A UE, oficialmente unida, continua realmente dividida entre a velha Europa, que quer ser independente perante os EUA, e a nova Europa, que se alia fortemente com a política externa norte-americana.
Não havendo uma solução na ONU, em que ponto estamos?
Temos uma alta tensão entre a Sérvia e os seus vizinhos, entre a Grécia e os seus vizinhos, entre a Albânia e os seus vizinhos? Se a Rússia apoiar a Sérvia, o que parece garantido, também teremos uma grave crise internacional. Para evitar maiores complicações, os EUA ofereceram à Sérvia a entrada na OTAN e na UE. Claro, se for aceite o plano proposto. Nas eleições realizadas há pouco tempo, os sérvios responderam positivamente. Mais de dois terços votaram nos partidos que ofereceram a perspectiva ocidental. Os sérvios querem viver na UE. Disso já não há dúvidas. Mas, os mesmos sérvios rejeitaram em uníssono a oferta de Ahtisaari. O Kosovo continua a ser algo importante para eles.
As negociações entre a Rússia e os aliados ocidentais não correm bem. A segunda maior potência militar criticou fortemente a política unilateral dos EUA, querendo um papel mais importante nas relações internacionais e, aparentemente, tem trunfos para isso. Enquanto os americanos têm problemas no Afeganistão, no Iraque, no Irão, na Síria, na Somália, na Coreia do Norte? a Putin as coisas não correm mal. Recentes acontecimentos, como são sanções muito limitadas contra o Irão, estão a indicar que as forças das grandes potências estão equilibradas em maior grau do que estiveram no fim da Guerra Fria. Dessa maneira, aumenta a previsibilidade mútua das suas acções; isto traz mais estabilidade às suas relações. Mais estabilidade inspira mais confiança. Esta promete períodos mais largos de paz. Aliás, o sistema internacional multipolar é sempre mais favorável à paz e ao progresso do que qualquer unilateralismo.
Os Balcãs eram e são um barril de pólvora. Já incendiaram um conflito generalizado, o da Primeira Guerra Mundial. Neste momento, os diplomatas estão a jogar. Só as negociações podem conduzir a bom porto.
As imposições sairão sempre, no fim, muito caras.
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Dossier: Islão e Ciência: Al Farabi
Written by mh on April 3, 2007 – 7:33 pm -
Abu Nasr MuhammadIbn Al Farakh Al Farabi
Al Farabi
Al Farabi foi o maior filosofo muçulmano antes de Avicena, escreveu um tratado de alta espiritualidade e nobre sentimento intitulado ”A Cidade Modelo”, partindo do princípio platônico de que o homem foi feito para viver em sociedade, Al Farabi chegou a conclusão que o Estado perfeitamente organizado deve cobrir todo o mundo habitado e compreender toda a humanidade.
Abu Nasr Muhammad Ibn Al Farakh Al Farabi nasceu em uma pequena vila chamada Wasij, próximo a Farab no Turkistão em 259 Hégira (870 ). Seus pais eram originalmente da Pérsia, mas seus antepassados tinham emigrado para o Turkistão, ficou conhecido como Al Phrarabius na Europa, Al Farabi era o filho de um general, concluiu seus estudos nas cidades de Farab e Bukhara, mais tarde foi para Bagdá para estudos mais elevados, onde estudou e trabalhou por muito tempo de 901 à 942.
Durante este período aprendeu diversas línguas e várias ramos do conhecimento e da tecnologia, foi contemporâneo do califado Abássida, como filósofo e cientista, adquiriu grandes conhecimentos no ramo da aprendizagem, ficou conhecido por ser um perito em línguas de outros povos.
Al Farabi viajou por muitas terras distantes e estudou por algum tempo em Damasco e no Egito, mas voltou novamente a Bagdá, até que visitou a corte do rei Saif al-Daula’s em Halab (Allepo).
Transformou-se um dos companheiros do rei, e foi em Halab que sua fama se espalhou por toda a parte, tornou-se um grande um Qadi (juiz), mais tarde fez da arte de ensinar, a sua profissão, morreu em Damasco em 339 Hégira 950, com a idade de 80 anos.
Al Farabi mostrou uma competência notável no conhecimento de diversas línguas, a sua maior contribuição está na lógica, na filosofia, e na sociologia, além disso, contribuiu imensamente com à matemática, ciência, medicina e a música.
Era também um Enciclopedista, outra grande contribuição de Al Farabi na lógica foi o estudo da lógica sistemática dividindo o assunto em duas categorias: Takhayyul (idéia) e Thubut (prova).
Tentou reconciliar o Platonismo e Aristotelismo com a teologia e escreveu comentários sobre a física, lógica e meteorologia, Al Farabi era da a opinião que a filosofia e o Islam estão em harmonia.
Provou a existência do vácuo e esta também foi uma grande contribuição sua à física, no seu livro Kitab al-Ihsa al-’Ulum apresenta princípios e a classificações fundamentais das ciências.
Al Farabi escreveu diversos livros no ramo da sociologia, o mais famoso deles é o livro intitulado Ara Ahl al-Madina al-Fadila (a cidade modelo), foi uma contribuição significativa a sociologia e à ciência política.
Escreveu também livros sobre metafísica e psicologia, era um perito na música, contribuía com as notas musicais e inventava diversos instrumentos musicais, seu livro na música, intitulado Kitab al-Musiqa, é bem conhecido.
Al Farabi escreveu um grande número livros em diversos campos da ciência, foram 117 destes;
- 43 são do ramo da lógica;
- 7 sobre a ciência e a ética política;
- 11 sobre metafísica;
- 28 sobre medicina, sociologia, música e comentários.
O livro Fusus al-Hikam de Al Farabi foi usado como um livro de filosofia por diversos séculos na Europa, exerceu uma grande influência na ciência e na filosofia por diversos séculos.
Fonte: islam.org.br
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ISLAM, UMA CIÊNCIA PARA O DISCERNENTE
Written by mh on April 3, 2007 – 7:28 pm -Preliminares
O Islam é, por assim dizer, a religião mais mal compreendida no Ocidente. As razões de tal incompreensão são muito variadas. Cita-se entre elas o longo confronto do cristianismo com ele. Esta longa história de confronto e conflito, contribuiu para a colocação do Islam longe do interesse de muitos, mediante a alegação de que este é antagônico e prejudicial ao Ocidente.
As perplexidades perante o Islam são precisamente as mesmas, para qualquer pessoa inteligente que tente se pôr em dia em relação ao Islam. Como é possível acessar o Islam, se a todo instante somos confrontados, propositadamente, com manchetes e vocabulário reduzido com ressábios de reminiscências dos preconceitos respingados através dos acontecimentos da história e que cifram-no numa linguagem estranha para os não muçulmanos? Para estes, o Islam não é outro senão um conjunto arbitrário de infringências levadas a cabo por uma raça de habitantes do deserto.
O Islam é tampouco o resultado de uma cultura com estilo próprio, uma vez que toda cultura tem uma ideologia, ou melhor um apimentado com uma certa dose de cientifismo, astrologia, naturalismo, empirismo e esoterismo, além de uma ideologia sócio-política.
O Islam não é, portanto, uma ideologia, e a afirmação contrária leva a absurdos, uma vez que as ideologias são culturalmente retrógradas e politicamente inoperantes, quando não restritivas.
Do afirmado vamos tomando consciência de que o Islam é um din com significado e estilo próprios.
Dr. Kemel Ayoubi
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O cabelo do Profeta – Uma prova VERDADEIRA
Written by mh on March 30, 2007 – 12:47 pm -É um simples fio de cabelo dourado, que vai ao longo dos anos produzir outros fios de cabelo, e este mesmo também continua a crescer ao longo do tempo.
Conta-se que o profeta tinha visitado uma cidade, onde haviam imensos crentes que desejavam a visita do profeta ás suas casas, mas o profeta, como não podia satisfazer todos os pedidos decidiu oferecer um ou mais fios de cabelo por toda a população, e penso eu, não confirmo a veracidade da história, foi a ssim que estes fios de cabelo se foram espalhando por todo o mundo.
Amanhã, penso que haverá no Darul-ul-ullom de Odivelas uma sessão em que tais fios de cabelo serão exibidos, que será as 15 horas.



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Nós amamos Moisés, Jesus, Muhammad…
Written by mh on March 30, 2007 – 12:42 pm -Tags: adorar, allah, amar, amor, blog, blogs, compreender, curiosidades, deus, enviados, hoje, interessante, islam, islão, jesus, mensangeiros, moisés, muçulmanos, muhammad, novidades, perceber, portugal, profetas, sociedade, vida
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Milad-Un-Nabi – Canadá
Written by mh on March 30, 2007 – 9:22 am -Tags: actualidade, amor, cabelo, compreender, curiosidades, entender, hoje, interessante, milad-un-nabi, novidades, perceber, sapo, sociedade, vida, vídeos
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