Posts Tagged ‘ler’
Recompensas de um ano
Written by mh on July 5, 2007 – 9:46 pm -Tags: blog, blogs, ciencia, coisas, compreenção, continua, curiosidades, diversos, eu, friday, importante, interessante, islam, islão, leitura, ler, muslim, novidades, portugal, sapo, seis, sexta-feira, sociedade, vida
Posted in Uncategorized | No Comments »
O caminho de Allah
Written by mh on June 25, 2007 – 12:47 pm -Hadhrat Shah Abdul Ghani Sahab (Rahmatullah Alayh) disse:
“Mian Hakim Akhtar! The path of Allah is obviously very difficult. But when the hand of an Ahlullah comes into one’s hands, then this path, the path of Taqwa, the path of Wilayat, the path of Sulook becomes not only easy, but flavoured and pleasant too.”
[’Tariq-e-Wilayat’ by Arifbillah Hadhrat Maulana Shah Hakim Akhtar (db)]
"Mian Hakim Akhtar! O caminho de Allah é concerteza difícl de seguir, mas quando a mão de um Valiulah toca nas nossas mãos, então esse caminho, esse caminho do Taqwa, o caminho do Wilayat, o caminho de Sullok, torna-se não só fácil como também agradável e bom"
[’Tariq-e-Wilayat’ por Arifbillah Hadhrat Maulana Shah Hakim Akhtar (db)]
Tags: ajuda, blog, blogs, curiosidades, interessante, islam, islão, islmanet, ler, muslim, namaz, noticias, novidades, ouvir, pensamento, pensar, perceber, portugal, sapo, seguir, sociedade, vali, versiculo, vida
Posted in Uncategorized | No Comments »
A morte de Umar (continuação)
Written by mh on May 20, 2007 – 9:59 am -A Morte de Umar
No ano de 23, depois da Hégira, quando Umar R.A. retornava da peregrinação a Madina, levantou as mãos e orou:
"Ó Deus! Estou entrado nos anos, os meus ossos estão gastos, as minhas forças declinantes e o povo por quem sou responsável espalhou-se e foi longe. Chama-me de volta a Ti, meu Senhor!"
Algum tempo mais tarde, o Califa Umar R.A. morreu assassinado por um cristão persa, enquanto dirigia a oração da alvorada, na mesquita do Profeta, em Madina, no final do mês de Dul Hijja, no ano 23 da Hégira, Abu Lulu Feroze, que tinha ressentimentos contra ele, atacou-o dando-lhe diversas punhaladas, Umar R.A. caiu ao chão e quando ele percebeu quem era o assassino ele disse:
"Graças Senhor, por ele não ser um muçulmano."
Umar R.A morreu 24 anos depois da Hégira e foi enterrado ao lado do Profeta Muhammad
(que a Paz e a Bênção de Deus estejam com ele).
Disse o Profeta Muhammad
(que a Paz e a Bênção de Deus estejam com ele) sobre Umar R.A:
"Deus colocou a verdade na boca e no coração de Umar."
Disse Abdallah Ibn Masúd, companheiro do Profeta Muhammad
(que a Paz e a Bênção de Deus estejam com ele), sobre Umar R.A.:
‘
‘A sua conversão foi uma conquista, a sua emigração uma vitória e seu califado uma misericórdia.”
Tags: actualidade, blog, blogs, califa, califado, curiosidades, eu, interessante, islam, islamnet, kalifa, kalifado, ler, muçulmanos, novidades, sapo, sociedade, umar, ver, vida
Posted in Uncategorized | No Comments »
O Califado de Umar (continuação—)
Written by mh on May 18, 2007 – 8:02 pm -
Após tomar posse, Umar R.A. falou aos muçulmanos de Madina:
"Ó povo de Madina, vocês têm direitos sobre mim que deverão sempre ser reivindicados. Um desses direitos é o de que quem vier até mim para pedir deve sair satisfeito. Um outro direito é que vocês devem exigir que eu não use injustamente as receitas do estado. Também podem exigir que eu fortaleça as suas fronteiras e não os coloque em perigo. Também é seu direito que, ao saírem para lutar, eu cuide das suas famílias como um pai faria na sua ausência. Ó povo de Madina, permaneçam conscientes de Deus, perdoem as minhas faltas e ajudem-me na minha tarefa. Orientem-me no bem e proibam-me o mal. Aconselhem-me em relação às obrigações que Deus me impôs…"
A característica mas notável do califado de Umar R.A foi a grande expansão do Islam, foram várias as conquistas, além da Arábia, o Iraque, a Palestina e o Irão ficaram sobre a proteção do governo islâmico mas a grandeza de Umar R.A. está na qualidade do seu governo, ele deu um sentido prático às injunções Alcorânicas.
"Ó fiéis, sede firmes quando observardes a justiça, actuando com testemunhas, por amor a Deus, ainda que o testemunho seja contra vós mesmos, contra os vossos pais ou contra vossos parentes, seja o acusado rico ou pobre, porque a Deus incumbe protegê-los." (Alcorão Sagrado 4º:135)
Certa vez, uma mulher apresentou uma queixa contra Umar R.A. quando ele apareceu no julgamento perante o juiz, este levantou-se em sinal de respeito por ele. Umar R.A repreendeu-o dizendo:
"Este é o primeiro acto de injustiça que você fez com esta mulher!"
Ele insistia em que os governadores indicados por ele deviam viver uma vida simples e ser acessíveis àqueles que os procurassem e que ele próprio era o exemplo para eles muitas vezes enviados e mensageiros mandados por outros dignitários o encontraram descansando debaixo de uma palmeira ou rezando na mesquita entre o povo, e era difícil distinguir entre todos quem era o Califa.
Muitas noites ele passava acordado percorrendo as ruas de Madina, para ver se alguém estava a necessitar de alguma coisa, o aspecto geral do ponto de vista social e moral da sociedade muçulmana daquela época está ilustrado nas palavras de um egípcio que havia sido enviado para espionar os muçulmanos, durante a campanha egípcia, ele contou:
"Vi um povo, todos amam mais a morte do que a vida. Cultivam a humildade mais do que o orgulho. Ninguém tem ambição material. O seu modo de viver é simples. O seu líder é igual a eles. Não fazem distinção entre o superior e o inferior, entre o senhor e o escravo. Quando chega a hora da oração, ninguém fica para trás …"
Umar R.A. deu ao seu governo uma estrutura administrativa, criou os departamentos do tesouro, do exército e das receitas públicas, estabeleceu salários regulares para os soldado, fez um censo da população, fez pesquisas no sentido de estipular taxas equitativas.
Novas cidades foram fundadas, as áreas que ficaram sob o domínio muçulmano ele as dividiu em províncias e indicou os governadores, novas estradas foram abertas e alojamentos foram construídos, foram criados fundos públicos para amparar os pobres e necessitados.
Ele definiu, de facto e pelo exemplo, os direitos dos não muçulmanos, a seguir, mostramos um exemplo de um contrato com os cristãos de Jerusalém:
"Esta é uma protecção que o servo de Deus, Umar, o governante dos crentes, concede às pessoas de Eiliya (Jerusalém). A proteção é para as suas vidas e bens, as suas igrejas e cruzes, as suas doenças e saúde, e alcança a todos os seus correligionários. As suas igrejas não devem ser usadas como habitação e nem devem ser demolidas, nem qualquer ataque a elas ou aos seus componentes ou às suas cruzes e nem suas propriedades serão feitos de qualquer forma. Não há compulsão em matéria religiosa para essas pessoas e nem devem sofrer qualquer injúria por conta da religião. O que está escrito aqui está de acordo com as ordens de Deus e a responsabilidade do Seu Mensageiro, dos califas e dos crentes e será melhor, na medida em que paguem o Jizya (imposto devido para a defesa de não muçulmanos) imposta a eles."
Os não muçulmanos que lutaram juntamente com os muçulmanos, foram isentados do pagamento do Jizya e quando os muçulmanos se retiravam da cidade em que cidadãos não muçulmanos tinham pago aquela taxa para sua defesa, o valor da taxa era devolvido, o velho, o pobre, o deficiente, muçulmano ou não, eram igualmente amparados pelos recursos do tesouro e dos fundos do Zakat.
Continua….
Tags: actualidade, blog, blogs, califa, califado, curiosidades, eu, interessante, islam, islamnet, kalifa, kalifado, ler, muçulmanos, novidades, sapo, sociedade, umar, ver, vida
Posted in Uncategorized | No Comments »
ISLAM, UMA CIÊNCIA PARA O DISCERNENTE – Parte II
Written by mh on April 7, 2007 – 3:20 pm -
A palavra Islam significa submissão e obediência voluntária a Deus no qu’Ele prescreveu e coibiu, através da revelação. Significa igualmente paz, que só é encontrada mediante a submissão e obediência voluntária a Deus. Disse o Altíssimo no Alcorão: "Não há imposição quanto ao din" [Alcorão 2:256]
Como os Mensageiros de Deus foram, dentre as pessoas, os que mais se submeteram a Deus, foram portanto os primeiros dos muçulmanos.
O Islam é a religião, ou melhor é o din de todos os enviados de Deus desde o primeiro deles (Adão: enviado para a sua descendência próxima) até o derradeiro enviado (Maomé ou melhor Muhammad). Deus afirma isto no Seu livro revelado (Alcorão). Disse Ele nas palavras de Jacob a seus filhos:
![]() |
"Não estáveis presentes (testemunhando) quando a Jacob se apresentou a morte, que então disse a seus filhos: Que adorareis após mim? Disseram-lhe: Adoraremos o teu deus e o deus de teus pais: Abraão, e Ismael e Isaac, o Deus Único, e a Ele nós somos muçulmanos (submissos) [Alcorão 2:133].
Disse Ele nas palavras de Jesus e de seus discípulos:

" E quando lhes sentiu Jesus o encobrimento, disse: Quem são meus apoiadores até Deus?. Disseram os discípulos: Nós somos os apoiadores de Deus, cremos em Deus, e testemunha que somos muçulmanos (submissos)." [Alcorão 3:52].
A palavra din significa:
A subjugação e supremacia a quem tem um poder maior – Deus.
A obediência, a adoração e a servidão de quem é subjugado – as criaturas.
As delimitações, as leis, o método e a maneira a serem seguidos – o Islam.
A contabilização, a jurisprudência, a punição e a recompensa – a Justiça de Deus.
A governança e a autoridade superior – Autoridade de quem criou, Deus.

" Dize: Ó Deus, Soberano / Proprietário do poder de ação! Tu concedes o poder de ação a quem Te apraz e retiras o poder de ação de quem te apraz; exaltas a quem queres e humilhas a quem queres. Em Tua mão está todo o Bem. Tu és Onipotente." [Alcorão 3:26].
"Disse Deus no Alcorão:
" E disse o Faraó: Deixai-me matar Moisés, e que invoque a seu rab. Temo que troque vosso din ou que faça surgir na terra a corrupção". [Alcorão ('gófir) 40:26].
Não há dúvida que a palavra din não significa aqui, nem em outras éyiét ( plural de éyiát = nome dado as frases do Alcorão e que significa provas) do Alcorão, simplesmente religião. Significa sim o governo e o sistema também. O Faraó temia, e o declarava, o êxito de Moisés na sua conclamação. Pois o governo e o sistema baseado na governança do Faraó, nas leis e costumes vigentes seriam arrancados pelas raízes. Aí, então, viria um sistema baseado em fundamentos totalmente diferentes ou reinaria a desordem ao ver do Faraó.
O significado da palavra din é, portanto, em todos as éyiét do Alcorão não outro senão o sistema completo para a vida e que abrange todas as suas diversidades.
Tags: àrabe, blog, blogs, ciencia, compreender, conceitos, conceitos básicos, curiosidades, discernente, eu, interessante, islam, islão, ler, novidades, perceber, portugal, sapo, sociedade, vida
Posted in Uncategorized | No Comments »
MUHAMMAD NA BÍBLIA – Já estava escrito….
Written by mh on April 6, 2007 – 12:42 pm -Por Dr. Jamal Badawi
"Aqueles que seguem o Apóstolo, o Profeta iletrado, a quem
eles acham mencionado em sua Tora e no Evangelho…" (Alcorão 7:157)
1. AS PROFECIAS BÍBLICAS SOBRE O ADVENTO DE MOHAMMAD
Abraão é amplamente respeitado como o Patriarca do monoteísmo e o pai comum de judeus, cristãos e muçulmanos. Através de seu segundo filho, Isaac, vieram todos os profetas, inclusive os mais proeminentes, como Jacó, José, Moisés, Davi, Salomão e Jesus. Que a paz e a bênção de Deus estejam sobre todos eles. O advento desses grandes profetas foi um cumprimento parcial das promessas de Deus, de abençoar as nações da terra através dos descendentes de Abrão (Gênesis 12:2.3). Este fato é sinceramente aceito pelos muçulmanos, cuja fé considera a crença e o respeito a todos os profetas um artigo de fé.
2. AS BÊNÇÃOS DE ISMAEL E ISAAC
Estaria o primogênito de Abraão (Ismael) e seus descendentes incluídos no pacto e na promessa de Deus? Alguns versículos da Bíblia podem ajudar a esclarecer um pouco esta questão:
1) Gênesis 12:2-3 fala da promessa de Deus a Abraâo e seus descendentes antes que qualquer filho seu nascesse.
2) Gênesis 17:4 reitera a promessa de Deus após o nascimento de Ismael e antes do nascimento de Isaac.
3) Gênesis, cap. 21 Isaac é especialmente abençoado, mas Ismael, a quem Deus prometeu transformar em uma "grande nação", também é especialmente abençoado, principalmente em Gênesis 21:13, 18.
4) De acordo com Deuteronômio 2l:15-17, os direitos e privilégios tradicionais do primogênito não podem ser alterados por causa do "status" de sua mãe (seja uma mulher livre, como Sara, a mãe de Isaac, ou uma escrava, como Hagar, a mãe de Ismael). Este fato, apenas confirma os princípios humanitários e morais de todas as crenças reveladas.
5) A legitimidade completa de Ismael como filho e "semente" de Abraão, e a legitimidade completa de sua mãe, Hagar, como esposa de Abraão, estão claramente declaradas em Gênesis 21:13 e 16:3.
Depois de Jesus, como o último profeta e mensageiro israelita, chegou a hora de a promessa de Deus, de abençoar Ismael e seus descendentes, ser cumprida. Menos de 600 anos anos depois de Jesus, chegou o último mensageiro de Deus, Mohammad, da descendência de Abraão, através de Ismael. As bênçãos de Deus sobre os dois principais ramos da árvore genealógica de Abraão estavam agora cumpridas. Mas, haverá outras provas que corroborem o fato de que a Bíblia, na verdade, predisse a chegada de Mohammad?
3. MOHAMMAD: O Profeta como Moisés
Muito tempo depois de Abraão, a promessa de Deus de enviar um tão esperado Mensageiro foi repetida, desta vez nas palavras de Moisés.
Em Deuteronômio 18:18, Moisés assim falou sobre o profeta a ser enviado por Deus:
1) Dentre os famialiares dos israelitas, numa clara referência aos seus primos ismaelitas porque Ismael era o outro filho de Abraão, a quem foi prometido, explicitamente, se tornar uma "grande nação".
2) Um profeta como Moisés. Jamais houve dois profetas tão semelhantes entre si como Moisés e Mohammad. Ambos receberam um extenso código legal de vida, ambos enfrentaram seus inimigos e foram vencedores de forma miraculosa, ambos eram aceitos como profetas/autoridades e ambos migraram em razão de conspirações para assassiná-los. As analogias emtre Moisés e Jesus deixam passar, não somente essas semelhanças mas, também, outras importantes (por exemplo, o nascimento natural, vida familiar e morte de Moisés e Mohammad, mas não de Jesus, que era respeitado por seus seguidores como o Filho de Deus e não como um mensageiro de Deus, exclusivamente, como Moisés e Mohammad o eram e como os muçulmanos acreditam que Jesus era).
4. O PROFETA ESPERADO TINHA QUE VIR DA ARÁBIA
O Deuteronômio 33:1.2 combina as referências a Moisés, Jesus e Mohammad. Fala de Deus (isto é, da revelação de Deus) chegando do Sinai, surgindo de Seir (provavelmente a cidade de As’ir, próxima a Jerusalém) e brilhando além de Paran. De acordo com Gênesis 2l:2l, o deserto de Paran era o lugar onde Ismael acampou (isto é, a Arábia, especificamente Macca).
Na verdade, a versão da Bíblia do Rei James, menciona os peregrinos passando pelo vale de Ba’ca (um outro nome de Macca) nos Salmos 84:4-6.
Isaías 42:1-13, fala do amado de Deus. Seu eleito e mensageiro que trará a lei a ser aguardada nas ilhas e que "não fracassará nem desanimará até que ele tenha fixado o julgamento sobre a terra." O versículo 11, liga aquele mensageiro aguardado aos descendentes de Ke’dar. Quem é Ke’dar? De acordo com o Gênesis 25:13, Ke’dar era o segundo filho de Ismael, o antepassado de Mohammad.
5. ESTARIA A MIGRAÇÃO DE MOHAMMAD DE MACCA PARA MEDINA
PROFETIZADA NA BÍBLIA?
Habakkuk 3:3 fala de Deus (ajuda de Deus) vindo de Te’man (um oásis ao norte de Medina, de acordo com o Dicionário da Bíblia deJ. Hasting) e do santo (vindo) de Paran. Aquele santo, que, sob perseguição, migrou de Paran (Macca) para ser recebido entusiasticamente em Medina, não era outro senão o profeta Mohammad.
Na verdade, o incidente da migração do profeta, e de seus seguidores perseguidos, está descrito com todas as cores em Isaías 21:13-17, assim como profetiza a batalha de Badr, na qual uns poucos fiéis desarmados, milagrosamente derrotaram os poderosos de Ke’dar, que queriam destruir o Islam e intimidar seus próprios companheiros, que se voltavam para o Islam.
6. O ALCORÃO FOI PROFETIZADO NA BÍBLIA?
Durante 23 anos, as palavras de Deus (o Alcorão) foram sendo postas na boca de Mohammad. Ele não foi o autor do Alcorão. O Alcorão foi ditado a ele pelo Anjo Gabriel, que pedia que Mohammad simplesmente repetisse as palavras, conforme ele as ia ouvindo. Estas palavras foram, então, guardadas na memória e escritas por aqueles que as ouviram durante a existência de Mohammad, e sob sua supervisão.
Seria, então, uma coincidência, que o profeta "como Moisés", da "família " dos israelitas (isto é, dos ismaelitas), fosse também descrito como aquele, em cuja boca Deus poria suas palavras, e que falaria em nome de Deus? (Deuteronômio 18:18) Também teria sido coincidência que o "Paracleto" , cuja chegada Jesus profetizou, fosse descrito como aquele que "não falar´ por ele, mas por aquilo que ele ouvirá, que ele falará …" ?(João 16:13)
Teria sido uma outra coincidência, que Isaías fizesse a conexão entre o mensageiro, ligado a Ke’dar, e uma nova canção (uma escritura numa nova língua) para ser cantada pelo Senhor? (Isaías 42:10-11). Mais explicitamente, Isaías profetiza "com lábios balbuciantes, e uma outra língua, falará a seu povo" (Isaías 28:11). Este último versículo, descreve corretamente os "lábios balbuciantes" do Profeta Mohammad, refletindo o estado de tensão e concentração que ele atingiu durante o tempo da revelação. Um outro ponto é que o Alcorão foi revelado em pequenas doses, durante 23 anos. É interessante comparar este fato com Isaías 28:19, que fala a mesma coisa.
6. AQUELE PROFETA, O PARACLETO, MOHAMMAD
Na época de Jesus (a paz esteja sobre ele), os israelitas ainda esperavam por aquele profeta como Moisés, conforme profetizado em Deuteronômio 18:18. Quando João Batista chegou, foi-lhe perguntado se ele era o Cristo e ele respondeu "não". Então lhe perguntaram se era Elias, e ele lhes disse que "não". Então, numa aparente referência ao Deuteronômio 18:18, lhe perguntaram "Você é aquele Profeta?" e João respondeu que não (João 1:19-21).
No Evangelho segundo João (capítulos 14, 15, 16), Jesus falou do "Paracleto", ou o consolador, que chegaria depois dele, que seria enviado pelo pai como um outro Paracleto, que ensinaria novas coisas que os contemporâneos de Jesus não podiam entender. Ainda que o Paracleto seja descrito como o espírito da verdade, (cujo significado lembra o famoso título de Mohammad, Al-Amin, o honrado), ele é identificado em um único versículo como o Espírito Santo (João 14:26). Contudo, tal designação é inconsistente com o perfil daquele Paracleto. Nas palavras do Dicionário da Bíblia (Ed. J. Mackenzie), "Estes ítens, deve-se admitir, não são um quadro completamente coerente."
Na verdade, a história nos fala que muitos dos primeiros cristãos entendiam que o Paracleto era um homem e não um espírito. Isto talvez explicasse porque respondiam àqueles que reivindicavam, sem encontrar o critério estipulado por Jesus, ser ele o esperado "Paracleto".
O Profeta Mohammad (que a paz esteja sobre ele) foi o Paracleto., o Consolador, o socorredor, o admoestador enviado por Deus após Jesus. Ele testemunhou sobre Jesus, ensinou novas coisas que não poderiam ter sido ensinadas no tempo de Jesus, falou o que ele ouvia (revelação), habita entre os crentes (através de seus ensinamentos preservados). Tais ensinamentos permanecerão para sempre, porque ele foi o último mensageiro de Deus, o único Mensageiro Universal a unir toda a humanidade ao abrigo de Deus e no caminho da verdade PRESERVADA. Ele falou sobre muitas coisas que estariam por vir nos mínimos detalhes, sobre o critério dado por Moisés para distinguir entre os falsos e os verdadeiros profetas (Deuteronômio 18:22). Ele reprovou o mundo do pecado, falou sobre a justiça e o julgamento (João 16:8-11).
7. A MUDANÇA DA LIDERANÇA RELIGIOSA FOI PROFETIZADA?
Após a rejeição do último profeta israelita, Jesus, já era tempo de que a promessa de Deus, de fazer de Ismael uma grande nação, fosse cumprida (Gênesis 21:19, 18).
Em Mateus 21:19-21, Jesus falou da figueira sem frutos (um símbolo bíblico de herança profética) a ser liberada, após ter sido dada uma última chance de três anos (a duração do ministério de Jesus) para dar frutos. Em um versículo posterior, no mesmo capítulo, Jesus disse: Em verdade, vos digo: o reino de Deus será tomado de vós e entregue a uma nação que produzirá o fruto a partir daí." (Mateus 21:43). Aquela nação dos descendentes dos ismaelitas (a pedra rejeitada em Mateus 21:42), que venceu todos os super-poderes de seu tempo, conforme profetizado por Jesus: "E quem quer que caia sobre esta pedra se quebrará, mas sobre quem ela cair, pulverizar-se-á." (Mateus 2l:44).
8. COINCIDÊNCIA?
Será possível que as numerosas profecias aqui citadas estejam, individualmente ou combinadas, no contexto das interpretações erradas? Será o contrário verdade, isto é, que tais versículos raramente estudados se encaixam e, consistente e claramente, apontam para o advento do homem que mudou o curso da história humana, Profeta Mohammad (que a paz esteja com ele)? Será razoável concluir que todas essas profecias, que aparecem em diferentes livros da Bíblia, e ditas por vários profetas, em épocas diferentes, fossem todas coincidência? Se assim for, eis aqui uma outra estranha "coincidência"!
Um dos sinais do profeta que chegará de Paran (Macca),éé que ele virá "com 10.000 santos" (Deuteronômio 33:2 KJV). Este era o número de fiéis que acompanharam o Profeta Mohammad a Paran (Macca), em seu retorno vitorioso, sem derramamento de sangue, à sua terra natal, para destruir os símbolos remanescentes da idolatria na Ka’bah.
Caro Leitor:
Possa a luz da verdade brilhar em seu coração e mente. Que possa levá-lo no caminho da paz e da certeza nesta vida, e da felicidade eterna no Além.
2. AS BÊNÇÃOS DE ISMAEL E ISAAC
Estaria o primogênito de Abraão (Ismael) e seus descendentes incluídos no pacto e na promessa de Deus? Alguns versículos da Bíblia podem ajudar a esclarecer um pouco esta questão:
1) Gênesis 12:2-3 fala da promessa de Deus a Abraâo e seus descendentes antes que qualquer filho seu nascesse.
2) Gênesis 17:4 reitera a promessa de Deus após o nascimento de Ismael e antes do nascimento de Isaac.
3) Gênesis, cap. 21 Isaac é especialmente abençoado, mas Ismael, a quem Deus prometeu transformar em uma "grande nação", também é especialmente abençoado, principalmente em Gênesis 21:13, 18.
4) De acordo com Deuteronômio 2l:15-17, os direitos e privilégios tradicionais do primogênito não podem ser alterados por causa do "status" de sua mãe (seja uma mulher livre, como Sara, a mãe de Isaac, ou uma escrava, como Hagar, a mãe de Ismael). Este fato, apenas confirma os princípios humanitários e morais de todas as crenças reveladas.
5) A legitimidade completa de Ismael como filho e "semente" de Abraão, e a legitimidade completa de sua mãe, Hagar, como esposa de Abraão, estão claramente declaradas em Gênesis 21:13 e 16:3.
Depois de Jesus, como o último profeta e mensageiro israelita, chegou a hora de a promessa de Deus, de abençoar Ismael e seus descendentes, ser cumprida. Menos de 600 anos anos depois de Jesus, chegou o último mensageiro de Deus, Mohammad, da descendência de Abraão, através de Ismael. As bênçãos de Deus sobre os dois principais ramos da árvore genealógica de Abraão estavam agora cumpridas. Mas, haverá outras provas que corroborem o fato de que a Bíblia, na verdade, predisse a chegada de Mohammad?
3. MOHAMMAD: O Profeta como Moisés
Muito tempo depois de Abraão, a promessa de Deus de enviar um tão esperado Mensageiro foi repetida, desta vez nas palavras de Moisés.
Em Deuteronômio 18:18, Moisés assim falou sobre o profeta a ser enviado por Deus:
1) Dentre os famialiares dos israelitas, numa clara referência aos seus primos ismaelitas porque Ismael era o outro filho de Abraão, a quem foi prometido, explicitamente, se tornar uma "grande nação".
2) Um profeta como Moisés. Jamais houve dois profetas tão semelhantes entre si como Moisés e Mohammad. Ambos receberam um extenso código legal de vida, ambos enfrentaram seus inimigos e foram vencedores de forma miraculosa, ambos eram aceitos como profetas/autoridades e ambos migraram em razão de conspirações para assassiná-los. As analogias emtre Moisés e Jesus deixam passar, não somente essas semelhanças mas, também, outras importantes (por exemplo, o nascimento natural, vida familiar e morte de Moisés e Mohammad, mas não de Jesus, que era respeitado por seus seguidores como o Filho de Deus e não como um mensageiro de Deus, exclusivamente, como Moisés e Mohammad o eram e como os muçulmanos acreditam que Jesus era).
4. O PROFETA ESPERADO TINHA QUE VIR DA ARÁBIA
O Deuteronômio 33:1.2 combina as referências a Moisés, Jesus e Mohammad. Fala de Deus (isto é, da revelação de Deus) chegando do Sinai, surgindo de Seir (provavelmente a cidade de As’ir, próxima a Jerusalém) e brilhando além de Paran. De acordo com Gênesis 2l:2l, o deserto de Paran era o lugar onde Ismael acampou (isto é, a Arábia, especificamente Macca).
Na verdade, a versão da Bíblia do Rei James, menciona os peregrinos passando pelo vale de Ba’ca (um outro nome de Macca) nos Salmos 84:4-6.
Isaías 42:1-13, fala do amado de Deus. Seu eleito e mensageiro que trará a lei a ser aguardada nas ilhas e que "não fracassará nem desanimará até que ele tenha fixado o julgamento sobre a terra." O versículo 11, liga aquele mensageiro aguardado aos descendentes de Ke’dar. Quem é Ke’dar? De acordo com o Gênesis 25:13, Ke’dar era o segundo filho de Ismael, o antepassado de Mohammad.
5. ESTARIA A MIGRAÇÃO DE MOHAMMAD DE MACCA PARA MEDINA
PROFETIZADA NA BÍBLIA?
Habakkuk 3:3 fala de Deus (ajuda de Deus) vindo de Te’man (um oásis ao norte de Medina, de acordo com o Dicionário da Bíblia deJ. Hasting) e do santo (vindo) de Paran. Aquele santo, que, sob perseguição, migrou de Paran (Macca) para ser recebido entusiasticamente em Medina, não era outro senão o profeta Mohammad.
Na verdade, o incidente da migração do profeta, e de seus seguidores perseguidos, está descrito com todas as cores em Isaías 21:13-17, assim como profetiza a batalha de Badr, na qual uns poucos fiéis desarmados, milagrosamente derrotaram os poderosos de Ke’dar, que queriam destruir o Islam e intimidar seus próprios companheiros, que se voltavam para o Islam.
6. O ALCORÃO FOI PROFETIZADO NA BÍBLIA?
Durante 23 anos, as palavras de Deus (o Alcorão) foram sendo postas na boca de Mohammad. Ele não foi o autor do Alcorão. O Alcorão foi ditado a ele pelo Anjo Gabriel, que pedia que Mohammad simplesmente repetisse as palavras, conforme ele as ia ouvindo. Estas palavras foram, então, guardadas na memória e escritas por aqueles que as ouviram durante a existência de Mohammad, e sob sua supervisão.
Seria, então, uma coincidência, que o profeta "como Moisés", da "família " dos israelitas (isto é, dos ismaelitas), fosse também descrito como aquele, em cuja boca Deus poria suas palavras, e que falaria em nome de Deus? (Deuteronômio 18:18) Também teria sido coincidência que o "Paracleto" , cuja chegada Jesus profetizou, fosse descrito como aquele que "não falar´ por ele, mas por aquilo que ele ouvirá, que ele falará …" ?(João 16:13)
Teria sido uma outra coincidência, que Isaías fizesse a conexão entre o mensageiro, ligado a Ke’dar, e uma nova canção (uma escritura numa nova língua) para ser cantada pelo Senhor? (Isaías 42:10-11). Mais explicitamente, Isaías profetiza "com lábios balbuciantes, e uma outra língua, falará a seu povo" (Isaías 28:11). Este último versículo, descreve corretamente os "lábios balbuciantes" do Profeta Mohammad, refletindo o estado de tensão e concentração que ele atingiu durante o tempo da revelação. Um outro ponto é que o Alcorão foi revelado em pequenas doses, durante 23 anos. É interessante comparar este fato com Isaías 28:19, que fala a mesma coisa.
6. AQUELE PROFETA, O PARACLETO, MOHAMMAD
Na época de Jesus (a paz esteja sobre ele), os israelitas ainda esperavam por aquele profeta como Moisés, conforme profetizado em Deuteronômio 18:18. Quando João Batista chegou, foi-lhe perguntado se ele era o Cristo e ele respondeu "não". Então lhe perguntaram se era Elias, e ele lhes disse que "não". Então, numa aparente referência ao Deuteronômio 18:18, lhe perguntaram "Você é aquele Profeta?" e João respondeu que não (João 1:19-21).
No Evangelho segundo João (capítulos 14, 15, 16), Jesus falou do "Paracleto", ou o consolador, que chegaria depois dele, que seria enviado pelo pai como um outro Paracleto, que ensinaria novas coisas que os contemporâneos de Jesus não podiam entender. Ainda que o Paracleto seja descrito como o espírito da verdade, (cujo significado lembra o famoso título de Mohammad, Al-Amin, o honrado), ele é identificado em um único versículo como o Espírito Santo (João 14:26). Contudo, tal designação é inconsistente com o perfil daquele Paracleto. Nas palavras do Dicionário da Bíblia (Ed. J. Mackenzie), "Estes ítens, deve-se admitir, não são um quadro completamente coerente."
Na verdade, a história nos fala que muitos dos primeiros cristãos entendiam que o Paracleto era um homem e não um espírito. Isto talvez explicasse porque respondiam àqueles que reivindicavam, sem encontrar o critério estipulado por Jesus, ser ele o esperado "Paracleto".
O Profeta Mohammad (que a paz esteja sobre ele) foi o Paracleto., o Consolador, o socorredor, o admoestador enviado por Deus após Jesus. Ele testemunhou sobre Jesus, ensinou novas coisas que não poderiam ter sido ensinadas no tempo de Jesus, falou o que ele ouvia (revelação), habita entre os crentes (através de seus ensinamentos preservados). Tais ensinamentos permanecerão para sempre, porque ele foi o último mensageiro de Deus, o único Mensageiro Universal a unir toda a humanidade ao abrigo de Deus e no caminho da verdade PRESERVADA. Ele falou sobre muitas coisas que estariam por vir nos mínimos detalhes, sobre o critério dado por Moisés para distinguir entre os falsos e os verdadeiros profetas (Deuteronômio 18:22). Ele reprovou o mundo do pecado, falou sobre a justiça e o julgamento (João 16:8-11).
7. A MUDANÇA DA LIDERANÇA RELIGIOSA FOI PROFETIZADA?
Após a rejeição do último profeta israelita, Jesus, já era tempo de que a promessa de Deus, de fazer de Ismael uma grande nação, fosse cumprida (Gênesis 21:19, 18).
Em Mateus 21:19-21, Jesus falou da figueira sem frutos (um símbolo bíblico de herança profética) a ser liberada, após ter sido dada uma última chance de três anos (a duração do ministério de Jesus) para dar frutos. Em um versículo posterior, no mesmo capítulo, Jesus disse: Em verdade, vos digo: o reino de Deus será tomado de vós e entregue a uma nação que produzirá o fruto a partir daí." (Mateus 21:43). Aquela nação dos descendentes dos ismaelitas (a pedra rejeitada em Mateus 21:42), que venceu todos os super-poderes de seu tempo, conforme profetizado por Jesus: "E quem quer que caia sobre esta pedra se quebrará, mas sobre quem ela cair, pulverizar-se-á." (Mateus 2l:44).
8. COINCIDÊNCIA?
Será possível que as numerosas profecias aqui citadas estejam, individualmente ou combinadas, no contexto das interpretações erradas? Será o contrário verdade, isto é, que tais versículos raramente estudados se encaixam e, consistente e claramente, apontam para o advento do homem que mudou o curso da história humana, Profeta Mohammad (que a paz esteja com ele)? Será razoável concluir que todas essas profecias, que aparecem em diferentes livros da Bíblia, e ditas por vários profetas, em épocas diferentes, fossem todas coincidência? Se assim for, eis aqui uma outra estranha "coincidência"!
Um dos sinais do profeta que chegará de Paran (Macca),éé que ele virá "com 10.000 santos" (Deuteronômio 33:2 KJV). Este era o número de fiéis que acompanharam o Profeta Mohammad a Paran (Macca), em seu retorno vitorioso, sem derramamento de sangue, à sua terra natal, para destruir os símbolos remanescentes da idolatria na Ka’bah.
Caro Leitor:
Possa a luz da verdade brilhar em seu coração e mente. Que possa levá-lo no caminho da paz e da certeza nesta vida, e da felicidade eterna no Além.
Tags: actualidade, artigo, bblia, blog, blogs, compreender, curiosidades, entender, eu, interessante, islão, ler, muhammad, mundo, novidades, perceber, portugal, provas, real, sapo, sociedade, texto, ver, vida
Posted in Uncategorized | No Comments »
Opinião – Kosovo, outra vez
Written by mh on April 3, 2007 – 7:37 pm -A situação presente na região, a segurança dada pela OTAN e paga pela UE, não pode durar eternamente. Por isso, o medidor da ONU, Martti Ahtisaari, ofereceu um plano que prevê independência controlada do Kosovo. A sua proposta coincide com a posição da maior potência do mundo. Os norte-americanos agradecem e apoiam, mas a situação está complicada. Os EUA, a França e o Reino Unido vão apoiar, no Conselho da Segurança, a proposta de Ahtisaari. A Rússia ameaça vetar. A China, embora discretamente, pensa fazer o mesmo. A UE, oficialmente unida, continua realmente dividida entre a velha Europa, que quer ser independente perante os EUA, e a nova Europa, que se alia fortemente com a política externa norte-americana.
Não havendo uma solução na ONU, em que ponto estamos?
Temos uma alta tensão entre a Sérvia e os seus vizinhos, entre a Grécia e os seus vizinhos, entre a Albânia e os seus vizinhos? Se a Rússia apoiar a Sérvia, o que parece garantido, também teremos uma grave crise internacional. Para evitar maiores complicações, os EUA ofereceram à Sérvia a entrada na OTAN e na UE. Claro, se for aceite o plano proposto. Nas eleições realizadas há pouco tempo, os sérvios responderam positivamente. Mais de dois terços votaram nos partidos que ofereceram a perspectiva ocidental. Os sérvios querem viver na UE. Disso já não há dúvidas. Mas, os mesmos sérvios rejeitaram em uníssono a oferta de Ahtisaari. O Kosovo continua a ser algo importante para eles.
As negociações entre a Rússia e os aliados ocidentais não correm bem. A segunda maior potência militar criticou fortemente a política unilateral dos EUA, querendo um papel mais importante nas relações internacionais e, aparentemente, tem trunfos para isso. Enquanto os americanos têm problemas no Afeganistão, no Iraque, no Irão, na Síria, na Somália, na Coreia do Norte? a Putin as coisas não correm mal. Recentes acontecimentos, como são sanções muito limitadas contra o Irão, estão a indicar que as forças das grandes potências estão equilibradas em maior grau do que estiveram no fim da Guerra Fria. Dessa maneira, aumenta a previsibilidade mútua das suas acções; isto traz mais estabilidade às suas relações. Mais estabilidade inspira mais confiança. Esta promete períodos mais largos de paz. Aliás, o sistema internacional multipolar é sempre mais favorável à paz e ao progresso do que qualquer unilateralismo.
Os Balcãs eram e são um barril de pólvora. Já incendiaram um conflito generalizado, o da Primeira Guerra Mundial. Neste momento, os diplomatas estão a jogar. Só as negociações podem conduzir a bom porto.
As imposições sairão sempre, no fim, muito caras.
Tags: amor, blog, blogs, compreender, curiosidades, entender, eu, falar, hoje, interessante, islam, islamnet, islão, kosovo, ler, ontem, opinião, ouvir, paz, perceber, porto, portugal, solidariedade, vida
Posted in Uncategorized | No Comments »
Ar-Rahman
Written by mh on March 18, 2007 – 4:07 pm -Tags: actualidade, alcorão, ar-rahman, blog, blogs, culto, curiosidades, download, eu, fotos, interessante, islam, islão, ler, magnífica, muslim, novo, ouvir, recitar, surah, vida, vídeo, voz
Posted in Uncategorized | No Comments »
Quem era Jesus?… (PBUH)
Written by Meraj Chhaya on March 2, 2007 – 7:57 pm -Aqui esta um panfleto a falar sobre Jesus (PBUH) no Islao, os muculmanos tambem acreditam neste Profeta, facam o download aqui
Tags: actualidade, blog, blogs, cristo, curiosidades, diversas, eu, islamicity, islão, jesus, ler, link, mundo, muslim, não, noticias, ouvir, pensamentos, pensar, relatórios, report, sociedade, vida
Posted in Uncategorized | No Comments »
Parem a guerra
Written by Meraj Chhaya on March 1, 2007 – 6:11 pm -Assalamu alekum!
Este e um site fenomenal, que tem sempre feito peticoes e outros esforcos para parar guerras e conflitos, neste caso sao os muculmanos que sofrem, no que resulta na morte de civis e outras atrocidades, visitem aqui para mais…
Tags: actualidade, blog, blogs, curiosidades, diversas, estados unidos, eu, guerra, islamicity, islão, ler, link, mundo, muslim, não, noticias, ouvir, palestina, paquistão, pensamentos, pensar, relatórios, report, sociedade, terrorismo, vida
Posted in Uncategorized | 1 Comment »

